Marcelo Katsuki

Comes & Bebes

 

Segredo a gente não conta?



Que nada! Acabei de ler o livro Segredos de Chefs que a Publifolha acaba de lançar e adorei. O livro reúne dicas e truques de chefs consagrados que ensinam desde descascar gengibre usando uma colher de chá e retirar água de coco até fazer defumados e tomates secos usando o forno doméstico. Mostra ainda como enrolar burritos (devidamente ilustrado), fazer caixinhas de chocolate e preparar a omelete perfeita.

No time brasileiro, Flávia Quaresma dá dicas para fazer a brasileiríssima tapioca, Sergio Arno ensina o truque para deixar a massa do pastel sequinha e crocante (por sinal o mesmo segredo da minha avó!) e Laurent Suaudeau ensina a preparar vôngoles. Ainda tem o quadro "Mais segredos do chef" onde cada um responde 3 ou 4 perguntas sobre assuntos variados. Gostoso de ler e super didático!

Para saber mais ou comprar o livro, clique aqui.

"Segredos de Chefs"
Autor: Francine Maroukian
Páginas: 224

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h30

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A sopa da sorte

A sopa da sorte



O Ozooni é uma sopa japonesa com moti (bolinho de arroz) que promete sorte e prosperidade aos que a tomam no primeiro dia do ano. Nunca falta lá em casa ou onde quer que eu passe o Réveillon. No ano passado mesmo todos os amigos se reuniram na casa do Thi e lá fui eu com o caldeirão nos braços. Foi um sucesso, não só pelo sabor leve e o apelo místico, mas também porque alguém falou lá que era um santo remédio para a ressaca. Eu tomei no dia seguinte (lá mesmo, pois fiz minha 'slumber party' pessoal, uih) e caiu super bem. Mas me acabei mesmo nos 'malabies' que encontrei na geladeira, que me ressucitaram e me botaram de pé na rua.

A receita da sopa varia de acordo com cada região do Japão, mas minha receita é assim: fervo 2 litros de água com 1 pedaço de kombu (alga), 1 pacote de hondashi (caldo de peixe), kamaboku (massa de peixe) picado, bardana e cenoura em tirinhas, shimeji (cogumelos), shoyu (molho de soja) e uma pitada de açúcar. Depois de cozidos os legumes, junto os cubinhos de moti (bolinho de arroz) tostados numa grelha ou frigideira e a cebolinha.

Acho que o ingrediente fundamental é o 'moti', alimento oferecido aos deuses no Ano Novo, portanto se você não tiver um dos ítens ou quiser adicionar outros, fique avonts. Mas se quiser uma receita bem completa, achei essa aqui , no site da Ajinomoto. E "Akemashite omedetou gozaimasu!"

 

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h16

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Drinque Oompa-Loompa

Drinque Oompa-Loompa


[Suco de Pobá: mistéééério]


Ontem fui às compras na Liberdade com todo aquele calor e depois de fazer a 'varredura nas lojas' como diz minha amiga Verinha, repousei o corpo maltratado na Bakery Itiriki (Rua dos Estudantes, 24, Liberdade - Tel: 11-3277-493) pra tomar suco de pobá que eu não sei se é um chá ou um shake com gelatina e sagus gigantes. Enfim, o suco é uma das coisas mais exóticas para se beber na cidade e vem com um canudo que mais parece uma mangueira (por onde passam as bolotas de sagú de chá preto e a gelatina de frutas). Refresca, mas ainda é um mistério; eu fico pensando que deve ser a bebida daqueles anões da Fantástica Fábrica de Chocolates (pelo menos combina com o colorido deles, hehe).

Mas entrar naquela padaria é sempre um desafio pra mim. Como não comer a mousse de matchá? E as tortas de frutas, de massa levíssima e tão delicadas que se desmancham assim que tocam na língua? Sem falar do saboroso 'karê-pan' (massa frita recheada com legumes ao curry). Ah, lá tem também um esquisito sanduíche de yakisoba, mas esse eu até passo, hehe. A padaria utiliza o sistema 'self-service' então não é nada difícil de se empolgar e encher a bandeja, coisa que fiz muito no passado. Agora eu entro, dou duas voltas pelo salão sem nada nas mãos e só depois de escolher é que pego a bandeja para me servir. Com parcimônia.


[A Fantástica Fábrica de Sobremesas]

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h28

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Crostata 'aperitivo'




Achei num empório, nesses postos de estrada e não resisti. Primeiro pelo tamanho, maior que uma pizza gigante, depois pela aparência crocante e o cheirinho de alho (sem falar da surpresa em ver uma crostata salgada - só conhecia a versão doce que é bem diferente). Tem a versão 'natural' também.

Fiquei logo imaginando várias 'redondas' dessas numa festinha em casa (ia ficar bem interessante, com pastas, alecrim, sal grosso...), mas daí descobri que são feitas em Londrina, no Paraná. Será que chegam aqui?

Escrito por Marcelo Katsuki às 01h08

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Momento gasoso



Cultura inútil: você sabia que o Brasil é o país que mais consome Fanta no mundo? Pois é, e 'xeretando' no Wikipedia, vi que existem uns 100 sabores de Fanta pelo mundo. Daí comecei a me lembrar que realmente já tomei umas fantas bem exóticas por aí. Minha favorita ainda é a de uva, ou "Fantuva", como eu peço em casa. "Me dá uma Fantuuuuva!" (com direito a sotaque lusitano). Não entendo porque não lançam a 'Fantuva light' em garrafa aqui em SP, se já existe em outras regiões. Já tomei também Fanta de lichia (e achei meio enjoativa), de pomelo e até de kiwi. E alguém se lembra que tinha até Fanta limão?

Mas esse 'conversê' todo é pra falar que finalmente tomei a Fanta Discovery - Laranja Vermelha. Isso não vai mudar o mundo e nem acabar com meu vício por "Schweppes Citrus" (que tem grapefruit!) mas achei estranho não ter ainda encontrado a tal Fanta aqui em São Paulo. Alguém já provou? O sabor é meio 'exótico', mas parece ser essa a proposta mesmo, de 'experimentar o novo'. "Beba Fanta e fique bamboosha" diz a campanha, mas sabe-se lá o que isso quer dizer...

Ainda refri...
É inegável o sucesso da H2OH!, parece que virou a modinha do verão. Anunciada como uma" água levemente gaseificada com um toque de limão", ela lembra um refrigerante 'aguado' com baixa caloria. A estratégia de distribuir em lugares como o parque do Ibirapuera me pareceu bem bolada, quem iria recusar? O fato é que agora está até difícil de achar nos bares, tamanho o sucesso.

Escrito por Marcelo Katsuki às 13h28

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Foi o Grinch

Adoro o Natal: presentes, família e é claro, muita comida! Mas esse ano foi tudo tão corrido que o Natal passou e eu quase não percebi. Aliás, desde junho parece que estou num moto-contínuo onde as coisas vão passando e eu mal consigo processar. Hoje resolvi dar uma parada e respirar, daí caiu a ficha: meu Deus, o Natal já se foi! O tempo anda implacável.

Fiquei pensando no Grinch. Será que ele roubou o meu Natal? Não comprei presentes (mas até que dei uma improvisada bacana), não montei a árvore (aliás, nem sei onde ela está no meio de todas essas caixas da mudança) e nem peru teve a ceia! Fizeram uma comidaiada sem fim, de sashimi a pernil, mas nada do tradicional peru. Eu mesmo passei o dia jogado numa rede olhando pro céu e nem me dei conta da falta do dito.

Para fechar a noite, maçãs do amor. E minha mãe se divertindo: "Só uma, hein filho!". E para os primos mais novos que não conheciam a minha traumática história com o doce, ainda tive que contá-la. Váaaaarias vezes.

Pelo menos não faltou panetone, comi e estou comendo um monte! Meu favorito até agora é o de chocolate com laranja da pizzaria Bráz, perfumado, úmido e cheio de chocolate, inham!!! Se um dia eles se enjoarem de fazer pizza, podem mudar pro ramo dos panetones, já terão um cliente fiel!

E dentre todas as mensagens de final de ano, a que mais me marcou foi a da Patrícia Travassos (GNT) falando sobre o aquecimento global com uma mensagem curta e direta, deu uma chacoalhada boa! Espero aproveitar bem os próximos dias (de folga!) para dar uma freada no ritmo e entrar em 2007 mais consciente com o tempo, os acontecimentos, com os amigos, comigo e até com o aquecimento global, "já uma realidade".

Escrito por Marcelo Katsuki às 01h09

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Feliz Natal!



Um Feliz Natal a todos com muita saúde, paz, amor
e é claro, muitos comes e bebes!

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h08

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Os panetones da Viandier



Lembra da promoção dos panetones da Viandier Casa de Gastronomia? Pois o João Alfredo, sócio da casa me escreveu hoje para informar que os ganhadores da promoção foram:
- Tayna Pereira Leite
- Maria Helena Fittipaldi
- Jaili Menezes

Os panetones já estão disponíveis na Viandier e podem ser retirados hoje ou amanhã até às 17:30hs.

Viandier Casa de Gastronomia
Alameda Lorena, 558 Jardins
Tel: (11) 3057-2987/3887-2943

Escrito por Marcelo Katsuki às 00h12

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Unique Garden, o paraíso aqui pertinho

Há duas semanas atrás fui conhecer o Unique Garden (Estrada Laramara, 3500, Mairiporã, tel. 11-4486-8700) e reencontrar a Maria Helena, amiga de longa data que está trabalhando lá. Fiquei impressionado: o hotel/spa tem uma estrutura fantástica, tipo 'Ilha da Fantasia' mesmo, guardado por uma fortaleza onde nem o seu carro entra: você é conduzido em vans com motoristas uniformizados por um belo lago cercado de verde e a recepção acontece num jardim tão colorido que minha cor pálida e a vestimenta preta usual constrastavam.


[a bem cuidada horta orgânica]


A cozinha também não fica atrás: o hotel tem uma horta orgânica exclusiva e apresenta pratos elaborados pelo chef Michel Darqué (que já serviu a realeza do principado de Mônaco!). O cuidado está presente até mesmo na água servida em todo o hotel, oligomineral (poucos sais dissolvidos e rica em silício), obtida a partir de um poço artesiano local. Você pode tomá-la aromatizada com frutas, ervas, ou apenas gaseificada.


[luz natural e tranquilidade no "Relais Jardin"]


O cenário é paradisíaco e contemplativo. Há 3 espaços 'gourmet': o "Tea for 2" para o café da manhã, o "Relais Jardin" para almoço e o "Chez Victor" que funciona no jantar e atende também visitantes, bastando fazer uma reserva. É uma oportunidade e tanto para conhecer esse hotel, exclusivíssimo.

Depois de passear pelo terreno, onde mal se percebem as acomodações (apenas 25 chalés divididos em 3 vilas) e o fantástico spa Pandora e conhecer várias terapias, almoçamos no "Relais Jardin" onde os ingredientes orgânicos mostram porque fazem a difereça. Verdes crocantes, legumes ricos em cor e sabor, ervas de perfume intenso. Sem falar dos refrescantes sucos naturais com mix de frutas como abacaxi e morango.


[Salada de verdes com vieiras: alface crespa crocante!]



[Camarões com purê de abóbora e legumes da horta]



[Carré de cordeiro marinado em ervas: perfume e sabor]



[Pudim de côco com coulis de frutas vermelhas]


Na despedida notei ainda na parede um quadrinho da Condé Nast Traveler. Lá vi que o Unique Garden é o único brasileiro na Hot List 2006 da conceituada publicação. Coisa séria!

Unique Garden
Estrada Laramara, 3500, Mairiporã
Tel. 11-4486-8700

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h20

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O sanduba da Fitti

Na época em que conheci a Maria Helena (do post acima), ela trabalhava no Meliá como gerente de eventos e foi flagrada comendo um sanduíche de mortadela no pão francês na maior elegância. O segredo, dizia ela, além do tomate com folhas de manjericão e azeite, era o acompanhamento: uma bela taça de champagne. Isso há mais de 10, 12 anos atrás! O 'sanduba' virou hit lá em casa por anos e a gente batizou de "Sanduba da Fitti" (por conta do sobrenome dela). Hoje a Maria Helena nem come mais carne - virou vegetariana - mas a gente continua firme com a receita. E é sempre um sucesso.


[versão do "Fitti" no ciabatta com mortadela light e fatias de pepino]

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h20

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Marvada Pinga



E minha amiga Linda Susan (linda até no nome, como ela mesma diz) avisa que começa hoje (21) e vai até o dia 23/12 o I Festival CFTUR da Cachaça Paraibana. O evento acontece no Sesc da Praia de Cabo Branco em João Pessoa/PB (Av. Cabo Branco, 2788 - Tel: 83-3226-2022), das 16h às 22h.

Além de promover a cachaca paraibana, Linda apresentará o seu "Fondue Sertanejo", com queijo de coalho, cajú passa e é claro, cachaça. Eu já provei quando ela esteve aqui em São Paulo e é ótimo, puro sabor regional. Sorte de quem estiver pegando uma prainha nesse finde em Jampa. Coisa boa!

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h20

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Oriente-se

Oriente-se



As pessoas sempre me pediram indicações de restaurantes japoneses, mesmo antes de começar a escrever o blog. Certamente a fama de comilão deve ter contribuído, mas o fato é que agora talvez eu me safe um pouco desse 'trabalho'. A Editora JBC acaba de lançar o Guia de Restaurantes Japoneses 2007, em versão atualizada e totalmente revisada. A novidade é que além de São Paulo, essa edição cobre mais quatro cidades: Rio de Janeiro, Curitiba, Londrina e Maringá, onde há grande concentração de nipo-brasileiros.

Em suas 146 páginas, o livro reúne 395 restaurantes com gasto médio por pessoa, descrição dos ambientes, perfil dos frequentadores e as melhores sugestões de cada menu. Poderei até aprimorar minhas indicações daqui pra frente, hehe! Ah, o guia traz ainda 18 especialistas (esse blogueiro 'inxirido' incluso) indicando os melhores restaurantes e profissionais do Brasil em sete categorias diferentes. Sem falar da parte que conta a história da gastronomia japonesa no Brasil, do primeiro restaurante até a onda de festivais de sushi que inundaram a cidade. Recomendo!

Guia de Restaurantes Japoneses 2007
Preço: R$ 19,90
Código: ISBN 85-87679-56-2
Formato: 140x210mm

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h10

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Dois prêmios, um livro e um encontro às escuras


[Josimar e a fila interminável: prestígio!]


Ontem fui ao lançamento do Guia Josimar Melo 2007 no Sofitel mas não consegui chegar a tempo da entrega do prêmio. E nem consegui uma dedicatória no livro, a fila era imensa e assim ficou a noite toda. Quase todo mundo tava lá: chefs, jornalistas e fotógrafos especializados, empresários além desse blogueiro meio assustado, que foi logo virando uma, duas taças de espumante para relaxar. Acredita que eu estava nervoso porque ia encontrar duas novas amigas?


[Roberta, Luciana e o 'nervosinho' aqui]


Pois é, finalmente conheci a Roberta Malta (JB) e a Luciana Fróes (O Globo), críticas de gastronomia do Rio. A Roberta é como aquela melhor amiga de infância; simpática, divertida, te envolve com toda aquela informalidade que a gente adora nos cariocas. Já a Luciana sempre foi para mim meio que uma musa inspiradora, não só por seus textos informativos e descolados, mas também pela personalidade estilosa onde não falta savoir-faire (confissões virtuais). Só faltou o Paco para completar a "turma dos blogueiros".

Quando me informaram quem eram os vencedores do prêmio, confesso que nem deu para ficar surpreso: Alex Atala, Fasano e Roberta Sudbrack, que já arremataram todos os prêmios da área ao longo do ano repetiram o feito. Sem querer desmerecer os premiados, cujo talento e empenho são inegáveis, tanto que estão sempre no topo. Mas não sei não, acho que logo logo teremos de dar um prêmio hors-concours para esse povo e abrir caminho para outros talentos, que a gente sabe, tem de monte. Atala é o Clovis Bornay da gastronomia. Hors-concours nele!!!


"Abaixo o tomate seco!!!"
A frase-manifesto foi da "Betina Botox", engajada representante do mundo gay-clubber interpretada por Roberto Camargo. Saí correndo do Sofitel para assistir ao Troféu Terça Insana de Humor no Avenida Club, um agradecimento da equipe do espetáculo aos artistas e colaboradores. Mas quem fez a festa mesmo foi a entertainer Silvetty Montilla que cantou, falou impropérios como de costume e levou para o palco a modelo Mariana Weickert para uma série de brincadeiras. Hilário!


[Silvetty: "Sai que esse corpinho não te pertence"]


Mas voltando ao 'tomate seco', foi engraçado ouvir as observações de Betina, que até sushi de tomate seco com rúcula já teve que engolir. Essas modas são engraçadas, não? Quando surgiu, a gente aprendeu até a fazer tomate seco no forno em programas na TV, e agora voltamos às origens para descobrir que o tomate 'in natura' com sal e azeite pode ser muito mais saboroso. Com uma folhinha de manjericão então...

P.S.: Por falar em modinhas, alguém se lembra da onda do "confrei"? Maior sucesso nos anos 80, faziam sabonetes, cremes e chás até os cientistas descobrirem que causava lesões renais. Triste fim.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h42

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007 Permissão Para 'Chacoalhar'

007 Permissão Para 'Chacoalhar'

"Batido, não misturado" é como James Bond pede para o barman preparar o Martini. Que atrevimento, não? A gente tentando ser fino fica lá misturando o drinque com a 'bailarina' e me vem o sr. Bond e manda 'chacoalhar'? Mas não é a única modinha do moço: o agente também prefere Martini com vodca Smirnoff, graças a uma eficiente ação de marketing da marca de destilados desde o primeiro filme da série (e que ajudou a popularizar o drinque nos EUA).

Em "007 Cassino Royale", recém lançado nos cinemas (e cronologicamente o primeiro filme da série), James Bond revela o seu drinque favorito, o Vesper Martini, em homenagem à bond girl Vesper Lynd. Quer saber a receita? Taí!



Vesper Martini
- 40 ml de Gin
- 20 ml de Vodka Smirnoff*
- 20 ml Vermouth Dry

Em uma coqueteleira com gelo adicione os ingredientes e agite até gelar por uns 30 segundos, evitando que os ingredientes fiquem aguados. Depois, coe em uma taça Martini previamente gelada e utilize twist de limão siciliano de guarnição.

* Eu sempre uso vodca congelada, pois confere uma textura cremosa ao drinque e fica menos aguado, já que o gelo quase não derrete. Mas fica beeeem fuerte!

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h37

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Entre tapas e sangrias



Os bares de "tapas" espanhóis estão na moda. Aleluia! Nunca entendi por que importamos tantas idéias ruins lá de fora e deixamos de lado esse modelo de bar, tão interessante e que tem tudo para agradar. Eu adoro, sempre que viajo e encontro um (mesmo fora da Espanha) vou logo entrando. Tem coisa mais gostosa do que ficar tomando sangria e beliscando aquelas porções no tamanho ideal para você poder provar de tudo? Nesse calor que se instalou na cidade então, a sangria funciona como um refresco!



No finde fui conhecer o Calà del Grau (R. Joaquim Távora, 1266, V.Mariana - Tel: 11-5549-3210) especializado em paellas mas também em "tapas". O restaurante-bar fica naquele núcleo gastronômico que se formou na Vila Mariana e ocupa um sobrado, com 3 ambientes. O do fundo reproduz um autêntico "pateo", da mesma forma que as casas Valencianas e Andaluzas. Lá, o simpático Juan Quilis, um dos sócios da casa, prepara paellas à vista dos comensais em paelleras enormes, porém há opções para 2 pessoas a 3 pessoas, de R$ 78,00 (valenciana) a R$ 88,00 (marinera). Juan é um excelente contador de histórias e me diverti muito conhecendo a origem da paella assim como a função das tiras de pimentão no preparo do prato.



Assim que cheguei fui logo pedindo uma jarra de sangria (R$ 23,00 o litro) e me servindo do couvert composto por pães, pimentões, azeitonas e cubos de peixes marinados num saboroso vinagrete. Apesar do cardápio enxuto, fica difícil escolher entre tantas opções tentadoras. Começamos com uma tortilha, claro (segundo meu amigo Paco, o "verdadeiro prato nacional espanhol") mas numa versão com tomate, deliciosa! Juntamos a ela "Escalivadas de Filé com Legumes", onde os cubos de carne vinham num molho à base de noz moscada e molho inglês, imagina o perfume!

"Gambitas a la Malba Rosa" trazia crocantes camarões fritos com alho e pimenta dedo de moça, que comi sem medo de ser feliz. Por fim ainda vieram os "Mejillones" com molho de tomate e ervas, soltando fumaça (e aroma) pelas conchinhas entreabertas. O molho era tão rico que comi com o pão para não desperdiçar cada detalhe do sabor.



Pra fechar a refeição, uma "Crema Catalana" com sua capinha de açúcar queimado (minha sobremesa espanhola favorita), uma "Tarta Española" com massa de biscoito, claras em neve e creme de baunilha coberta com coco e é claro, uma taça generosa de jerez Tio Pepe, para começar a noitada "fortificado".

Os preços são bons, variando de R$ 8,00 a R$ 15,00 e o tamanho das porções permite que você deguste vários pratos mesmo num grupo reduzido de pessoas. Pois se você for em um grupo grande, a paella no "pateo" com certeza deve ser a opção certeira. E é o que farei em minha próxima visita.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h30

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A bíblia do 'arroz preto'



A pilha de livros ao lado da cama está crescendo. Ganhei nesse finde o livro "Meshi" (arroz cozido) da Sayuri, uma amiga que mora em Tóquio e que trabalha na Pie Books, editora do livro. Ela disse que assim que ele saiu, lembrou-se do meu post sobre "arroz preto", quando falei da mistureba que eu fazia para preparar o yakimeshi.

O livro é incrível, dá vontade de comer as fotos. E cada página dupla vem com a receita de um lado e a ilustração na outra. Simplicidade e simetria orientais. O drama está sendo 'caçar' no meio de tantos kanjis (ideogramas) alguma palavra que eu consiga ler no meu parco vocabulário japonês para 'quem sabe um dia' fazer a receita. Acho que vou ter de "pedir ajuda aos universitários".


[Pela foto eu diria que é 'arroz integral com gelatina de morango'. Socorro!!!]


E antes que alguém reclame que o blog está muito 'orientalizado', já aviso que o próximo post será sobre comida espanhola. Olé!

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h03

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Preguiça, o ingrediente principal


[Frango 'Missoyaki', Gohan e Shimeji: instantâneo]


Ontem só de olhar o sol escaldante pela janela bateu uma moleza... eu tinha até pensado em ir ao ginásio do Ibirapuera para assistir à final da Copa do Mundo de ginástica (esporte que pratiquei até os tempos da facul, por mais insólito que possa parecer) e eu lá tinha alguma disposição? Mas nem para pegar o elevador e descer para comer algo na padoca.

Resolvi cozinhar. Abri a geladeira, 'compilei' os ingredientes disponíveis e decidi o menu (oriental): Frango Missoyaki (será que existe esse termo?) e Shimeji na manteiga. O shimeji (aquele cogumelo pequenino e acinzentado) é fácil: basta soltar os brotos, refogar na manteiga e temperar de leve com molho de soja e um pouquinho de açúcar, coisa de 3 minutos.

O frango também foi super prático: fiz uma pasta com 2 colheres de sopa de missô (pasta de soja fermentada), 1 colher de sopa de alho amassado e 2 colheres de sopa de mirim (sakê doce). Esfreguei nas 4 sobrecoxas desossadas (inclusive sob a pele) e fritei por uns 5 minutos de cada lado. Tem que fritar com a pele (mesmo que você não vá comê-la) para deixar a carne macia e saborosa.

Daí me empolguei e fiz essa produção aí. Tá meio clean demais, mas juro que ficou gostoso! Ah, no arroz eu salpiquei um pouco de 'furikake', aquele tempero de vários sabores vendido em pacotinhos nas mercearias japonesas.


Escrito por Marcelo Katsuki às 10h48

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Café da manhã na Starbucks


[fachada da loja no interior do shopping]


Minha missão no sábado de manhã era trocar um cupom na Saraiva do Morumbi e conhecer a filial da Starbucks, que fica na loja. Acordei cedo mas não adiantou muito: o estacionamento já estava aquela confusão (mesmo com as vagas novas) e o shopping abarrotado de gente, mas felizmente o café estava tranqüilo.

Confesso que não sou nenhum fã da Starbucks, tanto que quando viajo, passo batido na frente das lojas. Acho que entrei umas duas vezes, uma delas no Japão mas para tomar Frapuccino de chá verde, exclusividade local. Pois aqui já temos também (na verdade apenas no cardápio da parede, pois quando pedi me falaram que 'ainda não tem').

O atendimento na chegada (tranqüila) foi excelente: um barista veio na fila dar informações sobre os blends mas me fiz de louco e perguntei de tudo, dos novos muffins ao formato dos copos e a interferência do papel na degustação que ele me oferecia, tudo devidamente explicado.



Fiz o pedido, retirei nos dois balcões (um de comes outro de bebes, cada um de um lado da fila, o que não achei muito prático) e fui me sentar. A mesa estava suja e como ninguém surgiu para me acudir com a bandeja na mão, acenei para as atendentes que continuaram sua conversa animada. Como não podia passar minha manhã ali de pé e nem gosto de comer em mesa suja, recolhi tudo e sacudi no balcão para surpresa delas; ainda ouvi um 'obrigado, senhor'. É mole?

Tomei o saboroso Caramel Macchiato, um dos 'hits' da casa com espuma de leite, 'espresso', baunilha e xarope de caramelo. E me surpreendi com o Frapuccino de Morango, o tipo de coisa deliciosa que faz a gente voltar ao lugar. O tal Muffin de Parmesão veio pesado e cru no miolo, cheirando a farinha mesmo, incomímel. Mas o pão de queijo foi um dos melhores, com uma casquinha crocante, interior macio e saboroso. O Muffin de Blueberry também estava ótimo e me fez sorrir de satisfação, denunciando os dentes pintados com o azedinho da fruta.


[Fila! A gente adora uma novidade?]


Quando terminei meu café, vi que uma longa fila já se formava na entrada da loja. Pensei em dar uma vasculhada nos cafés e canecas vendidos ali, mas depois que a fila se forma é praticamente impossível chegar até o display. Se você se interessar por algo, compre logo na chegada. Ou vá satisfazer seu instinto consumista ali nas pilhas de livros, coladas no café.

Sete segredos para preparar um excelente café
(segundo folheto distribuído gratuitamente na Starbucks)

1. Nunca verta a água fervida sobre o café, o que provoca um sabor amargo. O ideal é que a água esteja entre 90ºC e 96ºC.

2. Não reaqueça o café. O café mantém seu sabor aos 86ºC.

3. Use água filtrada ou engarrafada.

4. Nunca reutilize o pó. A sobra tem apenas componentes amargos e desagradáveis do café.

5. Use a moagem correta para a sua cafeteira: moagem fina realça o amargo; moagem grossa gera um café aguado.

6. 10g de café moído para cada 180ml de água.

7. Pode-se manter o café aquecido no fogão por cerca de 20 minutos, antes que o sabor fique desagradável. Uma garrafa térmica ajuda a manter o café quente e com seu aroma delicioso por um período muito maior.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h13

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Sem medo da rolha



Eu nunca acertei ninguém com uma rolha de champagne, embora algumas vezes tenha apontado a garrafa para alguns amigos (principalmente depois de tomar umas tacinhas e resolver brincar de Fórmula 1. Tã-tã-tããã, tã-tã-tããã... que pessoa mais madura).

Agora a Screwpull lançou essa engenhoca que solta a rolha da garrafa sem o risco de acertar ninguém, nem seu lustre. Achei meio exótico porque consigo o mesmo resultado com um paninho que até segura mais o gás já que não estoura, mas não deixa de ser interessante principalmente para quem não tem muita força nas mãos.



Na verdade eu ia falar do novo site da Utilplast, que estava visitando quando achei o novo 'brinquedo'. A utilplast é uma das minhas lojas favoritas, pois tem de tudo para a cozinha e ficava perto de casa (Al. Lorena, 1931 - Jardins). Agora que me mudei, posso ficar fuçando a loja pelo site mesmo. E quem é 'de fora' também. Maneiro!

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h50

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Josimar em dose dupla



Na próxima terça-feira, dia 19 de dezembro, acontecem dois importantes eventos de gastronomia no hotel Sofitel (R. Sena Madureira, 1355, Ibirapuera) em São Paulo.

Às 18h30, no Salão L'Orangerie, acontece a entrega do Prêmio Brasil Gastronomia, dividido em seis categorias, a principal delas sendo a de Profissional de Gastronomia do Ano. É a primeira edição do prêmio que tem a curadoria do Josimar, e com certeza deve trazer algumas novidades.

Depois, às 20h, no mesmo hotel (mas no salão Versailles), acontece o lançamento do Guia Josimar Melo 2007 - Edição de 15 Anos, com 753 restaurantes, 141 bares e cafés e 344 lojas e serviços para gourmets. Imperdível, né? Vou lá ver se encontro a Roberta!

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h49

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Valor agregado



Uma jóia que dá vontade de comer. E uma bebida que parece uma jóia! O pingente biscoito é uma criação em ouro 18k do Antonio Bernardo. Adorei o formato da bolacha maisena! Só não pode deixar criança botar na boca, senão já viu.

Já a garrafa traz o novíssimo Villa Francioni Rosé 2006, que possui aromas intensos de frutas vermelhas maduras enfatizados por delicadas notas florais, segundo seu sommelier. Se o 'rosé' já é moda, imagine numa garrafa linda dessas! Ah, e vem em 3 tamanhos: de 500ml, 750ml e 1 litro. Distribuído pela Decanter.

Escrito por Marcelo Katsuki às 21h54

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Minutos de sabedoria na cozinha




Ontem chegaram os 5 livros que comprei na net e é claro, tentei ler todos ao mesmo tempo. Ansiedade? O tempo urge! Fui abrindo as páginas aleatoriamente e sentindo aquele cheiro gostoso de livro novo (outro cheiro que adorava era o dos discos de vinil, mas esse já era) até pegar o livro A Miscelânea da Boa Mesa de Ben Schott, onde parei e fiquei.

Comprei esse livro por indicação do Paco e da Roberta, dois amigos blogueiros e não me decepcionei. Mas do que trata o livro?

Segundo a Roberta (primeiro as damas!), "trata-se um livreto de bolso simpaticíssimo, com cara de antigo, cheio histórias interessantes, truques de cozinha, receitas exóticas e dicas como, por exemplo, qual a maneira mais sensata de pedir um saco de pipocas no cinema". Já o Paco diz que o livro "tem receitas, dicas, frases, banalidades, histórias, menus, medidas, traduções, curiosidades, bebidas, biografias e o que mais você conseguir pensar sobre comer e beber". Não preciso falar mais nada, né?

Para mim, virou o companheiro perfeito para aquele momento de digressão ao longo do dia. Abro uma página qualquer e leio o breve texto; é quase o meu 'minuto de sabedoria' gastronômico, hehe. Agora mesmo abri na página 83 e li uma lista de termos da culinária tailandesa como Plaa (peixe), Ka-ti (extrato de coco), Kung (camarão) e tô achando que já sei até como pedir uma moqueca baiana na Tailândia, kkkkk! Comida azul, molhos célebres, tempo de digestão e até Umami, o tal do quinto sabor, tá tudo lá.

Paguei quase trinta pratas (pato!) mas acabei de achar no Folha Shop por R$ 24,30! Ótimo presente para amigos secretos gourmand. Ou para você mesmo.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h20

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O "Pão do Toni"


[Panetone da Viandier. Quer ganhar um?]


Lembra que 'antigamente' panetone era só no Natal? Eu, como verdadeiro adorador de panetones aprontava das minhas: congelava o dito, botava no microondas (ficava macio!) ou fazia torradas que iam super bem com manteiga ou geléia (ou tudo junto). Enfim, me virava para comer panetone o maior tempo possível. Hoje você encontra panetones e similares o ano todo. Melhor assim!

Já fiz a mesma coisa com acarajé, quando era difícil encontrar bons exemplares aqui em Sampa: trazia em caixas de isopor de Salvador e guardava no freezer para depois descongelar no microondas. Muita loucura por um simples acarajé? Bom, já me disseram que sou escravo da comida mesmo, hehe. Hoje em dia temos aqui os ótimos acarajés da Keka no Sacolão, da Rota do Acarajé, do Mestiço, enfim, sofro menos pensando na saudosa Bahia (e em sua maravilhosa comida).

Mas voltando ao panetone, o fato é que eles estão cada vez mais elaborados. Eu continuo adorando o da Bauducco: é macio e úmido, tem aquele cheirinho de Natal, enfim, lembranças afetivas não faltam. Mas os novos panetones aparecem com massa americana, chocolate, trufas, adornos, vale de tudo para deixá-lo irresistível. Como se precisasse, hehe. Abaixo alguns exemplos que fizeram esse 'japatone' arregalar os olhos diante do monitor. Lá vai.






Os panetones da Viandier Casa de Gastronomia (Al. Lorena, 558 – Jardins - Tel: 11-3057-2987) estão sensacionais. No site você pode ver cardápios criados para as festas de final de ano, além das fotos e preços dos panetones, que variam de R$ 30,00 a R$ 80,00. Ah, e a Viandier criou uma promoção joinha: basta enviar um e-mail para viandier@viandier.com.br e responder a pergunta: "Qual a Casa de Gastronomia mais charmosa de São Paulo?" para concorrer a 3 panetones. A promoção vai até às 18h do dia 21 de dezembro. No dia 22 será feito o sorteio ao meio-dia na presença do público. Os contemplados deverão retirar seu prêmio no local e os nomes você vai ficar sabendo aqui!






A Regina Emy Homemade Sweets (encomendas pelos telefones 11-5011-5925 ou 9231-3085) já é velha conhecida do blog, né? Todo final de ano o grande hit é a "Árvore de Pão de Mel recheada com creme trufado, decorada com cerejas confitadas" (R$ 75,00), mas como o assunto é panetone, a dica vai para o "Chocottone Recheado com creme de chocolate ao Cointreau, coberto com chocolate ao leite e decorado com chocolate branco e frutas secas" (foto - R$ 38,00). Ficou com água na boca? Eu fiquei! Mas tem ainda o "Minibolo de brownie com nozes ou pedaços de chocolate branco decorado com o simpático Papai Noel aí da foto (R$ 40,00). Inham inham!








A Peppermint Place (Rua Dr. Virgilio de Carvalho Pinto, 136, Pinheiros - Tel.: 11-3082-5471) é uma chocolateria especializada em guloseimas "temáticas" e preparou guirlandas, árvores e bolas de chocolate para o Natal, sem se esquecer, claro, dos panetones, decorados com diversos motivos, todos em massa americana. Dá uma olhada na foto e fala se não tá demais.






Neste ano o Empório Siriuba (Al. Franca, 1590, Jardins - Tel: 11-3081-4303 ) preparou uma novidade: o panetone orgânico. Nos tamanhos 150g (R$ 5,20) e 600g (R$ 12,20), leva iogurte, nozes-pecã, castanha-do-Brasil, raspas de limão, uva, caqui, banana e manga desidratadas e farinha especial orgânica. O aroma é dado por um glacê de limão e especiarias como canela e cravo. Super saudável e deve ser gostoso (vou lá provar e depois conto!). E para quem quiser presentear, o Empório criou cestas de Natal orgânicas e naturais de diversos tipos. Viva o Natal. E viva a natureza!

E se você ficou intrigado com o título do post, clique aqui.

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h11

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Cardápio da semana



A Le Tire-Bouchon (Rua Barão de Tatuí, 285 - Tel: 11-3822-0515) apresentará no dia 14 de dezembro às 19h30 uma palestra com o cardiologista Dr. Sergio Elia Mataloun que vai tratar do efeito protetor cardiovascular do vinho tinto e os seus benefícios à saúde. A palestra será acompanhada de degustação e terá um custo de R$ 50,00 sendo que R$ 20,00 são retornáveis na compra de um dos vinhos da degustação.






Antonio Mendes, sommelier e proprietário do Restaurante North Grill (Rua Frei Caneca 569, 3ª.and - Shopping Frei Caneca - Tel: 11-3472 2082 ou 3472 2109), preparou um jantar de compatibilização com vários tipos de Champagnes (todas provenientes da região demarcada de Champagne, na França). O cardápio apresenta Haddok Braseado com Caldo de Vôngoles e Alcachofra, entre outros pratos que serão harmonizados com Moet & Chandon Néctar Imperial e Veuve Clicquot Ponsardin Vintage. O jantar acontece no dia 13 de dezembro às 20h e o preço é de R$ 120,00 por pessoa. Reservas pelos telefones acima.






Hoje o Pirajá (Av. Brig. Faria Lima, 64 - Pinheiros) recebe Ruy Castro, Regina Zappa e Guilherme Studart para o lançamento de seus novos livros: Rio Bossa Nova, Chico Buarque - Cidade Submersa e Rio Botequim - que juntos receberam o nome de Trio Carioca. A noite de autógrafos acontece hoje a partir das 19h30 com cardápio de petiscos da baixa gastronomia carioca além de trilha assinada pelo próprio Ruy Castro, com o melhor da Bossa Nova e Chico Buarque.






Preparar uma ceia de Natal saborosa ao custo de R$ 5,00 por pessoa. Esse foi o desafio proposto aos chefs de cuisine Emmanuel Bassoleil, Christian Formon, Alessandro Segato e Lindinha Sayon. O resultado são quatro menus inéditos baseados nos princípios do programa Alimente-se Bem do SESI-SP, que objetiva difundir o conceito do aproveitamento integral dos alimentos. O lançamento acontece no dia 13 de dezembro, às 20 horas no Salão Promocional da Fiesp – 16º andar – Av. Paulista, 1313. Já as 36 receitas podem ser acessadas clicando-se aqui.






O Obá (Rua Melo Alves, 205, Jardins - Tel: 11-3086-4774) promove hoje um curso de coquetéis utilizando tequila. A aula começará com uma introdução à historia e a cultura da bebida e, em seguida, será ensinado o preparo dos drinques. No final da aula, os participantes poderão degustar, acompanhando os coquetéis, as entradas típicas mexicanas presentes no cardápio da casa. Horário: 19h30/21h30. É importante chegar na hora marcada. Custo: R$ 100,00 por pessoa.

Escrito por Marcelo Katsuki às 15h28

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A festa do Comes & Bebes


[Presentes para os presentes!]


Foi muito legal! A partir das 19h começaram a chegar as primeiras pessoas: o Rogerio e a Teresa que vieram de Campinas, o grupo do Alexandre, Eduardo e Analia (Argentina presente!) e logo a gente subiu pro salão da Mamarana, onde as mesas já estavam postas. Eram mais de 40 participantes (e uma enorme lista de espera, o que me deixou bem feliz!).


[Sofia, a nova mascote do blog, só harmonizou papinha com mamadeira]


"Cadê a Doralice?" foi a pergunta da noite. Todo mundo queria saber se ela iria ao evento!!! Já virou uma referência do blog, hehe. Portanto cara amiga, nada de faltar no próximo jantar! Teve até leitora reclamando que eu só respondo os comentários da Dora, aih aih...


[O chef Carlos abre a noite]



[Os vinhos sendo resfriados para degustação]


O chef Carlos Ribeiro deu as boas vindas enquanto eu fiz uma breve apresentação dos vinhos sul-africanos, tudo bem rápido para não atrasar o jantar. Da próxima vez vou tentar levar um sommelier para conduzir a degustação, fica bem didático e interessante. Aliás todo mundo já ficou cobrando uma próxima reunião, e lá mesmo surgiram dois grupos que pretendem criar suas próprias confrarias! Muito bom!


[A animada mesa que fechou a noite]



[O primeiro prato: ravioli de ricota ao pomodoro]


Após o jantar distribuímos alguns presentes como revistas "Prazeres da Mesa", gentilmente cedidas pela Sadako que participou do jantar e algumas garrafas de "Amarula", oferecidas pela Distell, importadora dos vinhos degustados na noite.


[O segundo prato: escalopes ao molho de estragão]



[A sobremesa de pêra com especiarias e amêndoas]


O melhor foi no final, quando ficamos bem à vontade e rolou um bate-papo super descontraído na mesa com a Cláudia, o Fabio, a Marcela, o Mobi, a Gabriela, o Rogerio, a Teresa... A conversa tava tão boa que ninguém queria ir embora! Espero que a gente possa repetir em breve esse encontro. Até a próxima!



P.S. Meu obrigado a: Patrícia Maltez, Adriana Mello, Vera Araújo, chef Carlos Ribeiro, Sadako Sigematu, Costa, Rodrigo, a toda a brigada da cozinha: seu Antônio, André e Alberto e é claro, a todos os que participaram do evento.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h34

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O Toyo Matsuri na Liberdade


[apresentação de dança típica]


Ontem acordei tão preocupado com o jantar do blog que fiquei todo travado; daí corri pra Liberdade para uma massagem rápida e dei de cara com o Toyo Matsuri, tradicional festa do bairro que abre as festividades de final de ano. Pena que foi só nesse final de semana.


[Taikô, os tambores japonseses]




Foi bom para dar uma relaxada: vi uma apresentação de Taikô (tambor japonês), danças típicas e é claro, comidinhas. Na feirinha dava para comer ótimos pastéis (uma tradição, né?), macarrão e até sashimi, feito com bastante capricho por uma das barracas.





Pena que eu só vi ontem. É que a conturbada semana que passou foi tão corrida que nem fiz a "agenda". Mas vou tentar antecipar os próximos eventos legais, principalmente esses de rua, que são uma ótima opção de lazer aos shoppings abarrotados nesse período do ano.


[A barraquinha de utensílios de bambu: sempre levo um pra casa]

Escrito por Marcelo Katsuki às 22h14

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Os sabores do Lua Palace

Os sabores do Lua Palace


[As coloridas entradinhas picantes, doces, salgadas...]


Ontem acordei animado para uma longa reunião logo cedo na Aclimação e o motivo era um só: o almoço seria no Lua Palace. O restaurante é um dos coreanos mais antigos da cidade (inaugurado no começo dos anos 90) e tem uma excelente cozinha. Já viu surgirem e fecharem tantos outros, mais luxuosos até, mas permaneceu firme. O maior "luxo" ali talvez seja sua comida mesmo. Super condimentada e sempre precisa nos sabores, nunca decepciona.

Tempos atrás alternava o "Lua" com o Uremi, outro bonito coreano do bairro que usava carvão na mesa para preparar o churrasco, o que dava um sabor insuperável, mas nem isso foi suficiente para manter a casa.


[Bul Go Gui, o churrasco coreano]


O grande hit do "Lua" é o churrasco coreano (Bul Go Gui), mas já comi a caldeirada de frutos do mar e é também muito saborosa, sabor picante, mas você pode pedir mais suave se não gostar. Hoje comemos o churrasco de tiras de contra-filé com aquele tempero coreano meio adocicado que contrasta bem com a pimenta das entradinhas. Aliás, pra quem não gosta de pimenta, a dica é: evite os pratinhos 'avermelhados' ou prepare a língua! Basta olhar a foto: o "kimchi" (conserva de acelga com pimenta) é vermelho. Assim como os fios de nabo de coloração avermelhada e o molho do tofú. Se não gostar de pimenta, fique com os brotos de feijão, as algas, os amendoins, todos suaves.


[A adocicada costela com molho coreano]


Tive que preparar o churrasco de costela (que acho até mais saboroso que o Bul Go Gui) mas fiquei totalmente defumado. Isso não tem jeito: tem um coreano na Liberdade que é um verdadeiro rinque de patinação, tamanha a "gorduraiada" no piso. Imagine mais de 15 mesas fazendo churrasco e espirrando gordura e fumaça no salão. Um verdadeiro Holiday On Ice entre as mesas!


[Bi Bim Bap: "mexidão" sem carne]


Outro favorito (quando não quero comer carne) é o "Bi Bim Pab". Trata-se de uma cumbuca que chega 'pelando' na mesa com arroz coberto por legumes como pepino, brotos, alga seca, cogumelos e um ovo cru. O lance é fazer um 'mexidão' com tudo (que cozinha com o calor da cumbuca) e acrescentar pimenta se quiser. No Shopping Center 3 da Paulista tem um coreano 'fast food' que serve uma versão 'fria' do prato. Não dá pra comparar com o do Lua Palace, mas para fugir da mesmice das "praças de alimentação", é até que uma alternativa interessante.


Lua Palace
Avenida Armando Ferrentini, 182
Aclimação - S.Paulo- Tel: (11) 3277-7823

Escrito por Marcelo Katsuki às 08h56

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O fim da gordura trans?



A notícia do dia é que os restaurantes de Nova York estão proibidos de usar gorduras trans, aquele óleo parcialmente hidrogenado utilizado principalmente pelas redes de fast food e que deixam as frituras mais sequinhas. O motivo? Esse tipo de gordura aumenta o nível de colesterol ruim no sangue e eleva o risco de problemas cardíacos. Simples.

Nigella Lawson, a bela apresentadora daquele programa de receitas do GNT é a rainha da gordura trans. Nunca me esqueço do dia em que ela fritou coxas de frango utilizando uma placa de gordura hidrogenada e arrematou com uma frase tipo: "quem não tem coragem de comer essas coxas fritas é porque não merece comê-las". Kkkkk, falta de juízo é pouco! Mesmo que ela tenha um piripaque qualquer dia desses, certamente continuará sendo a safenada mais autêntica (e sexy) dos programas 'gourmet'.

Bom, nem posso falar muito, porque se tinha uma coisa que eu adorava eram aquelas sobrecoxas empanadas do finado KFC; crocantes, pulando gorduras trans de dentro do baldinho. E as 'potato wedges'? Aih aih... Quando viajo sempre procuro uma lojinha da rede, mas meu santo deve ser forte e pelo visto 'natureba': nunca encontro!

No Brasil a gordura trans é liberada, mas você sabia que as empresas são obrigadas a informar a quantidade dela nas embalagens mas quase ninguém cumpre? Você já viu algum sanduíche com essa informação? Acho que não, poderia ficar um pouco 'indigesto', imagino. Informe-se mais sobre essa polêmica clicando aqui, vale a pena. Saúde!

Escrito por Marcelo Katsuki às 22h11

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Perdidos no Paraíso

Perdidos no Paraíso


[o colorido balcão do Samir]


Ontem saí de casa meio perdido sem saber onde jantar. A caminho do Halim, lembrei-me do Fricó e voltei pela Cubatão apertando o passo mas não adiantou: a casa estava fechada. Daí lembrei-me de uma indicação de um amigo sobre o Shawarma de um lugar bem simples na esquina da Eça de Queiroz com a Domingos de Morais. Como estava ao lado, fui lá conferir.

O lugar é o Chez Samir, de acordo com o mapinha imaginário que visualizei tentando me lembrar da indicação e me certificar do lugar. E tem Shawarma mesmo no cardápio. "Tem mas acabou." Humpf...

Na falta da especialidade que tinha ido provar, comecei a investigar o balcão atrás de algo novo ou pelo menos diferente. E não é que acabei achando? Sujok (pronuncia-se 'sudjuk'), uma linguiça síria que leva 5 temperos (uma certamente é cominho) e de textura bem lisa, com a carne tão compactada que mais lembra uma víscera. Seu Salomão, que fica circulando pelo pequeno salão e pelas mesas da calçada foi logo indicando o beirute de sujok, "mais saboroso". Mas como gosto de comida 'interativa', em que fico montando os nacos antes de levá-los à boca, pedi no prato mesmo (R$ 12,00).



Lambuzei o pão sírio de pasta de alho, recheei com um pedaço de 'sujok', batatinhas fritas e conservas de nabo (com cor de beterraba!) e 'nhac'! E xô vampiro, que pasta de alho forte!!! O segundo exemplar ainda reforcei com uma pasta de pimenta, picante mas super saborosa, perfeita para acompanhar a carne aromática.

Provei ainda o beirute de kafta, devidamente montado no pão sírio, que eles chamam simplesmente de 'lanche'. Tenho que confessar: tudo junto montado na chapa fica mais gostoso mesmo, uih. E custa a metade do preço (R$ 6,00). Ah, mas tem o lado da diversão de montar a comida, afinal quando eu era criança sonhava em ser chapeiro de lanchonete ou empacotador da Mesbla. Gula e consumo: esse sou eu.



Provei o kibe (R$ 2,00) e as esfihas (R$ 1,50 e R$ 2,00), mas não me empolgaram muito (o kibe um pouco mais). Fiquei com vontade de provar os charutinhos e o falafel, frito na hora, mas deixei para uma próxima visita. Aliás, da próxima vez vou falar pro seu Salomão que a comida não estava boa, porque se você falar que estava ótima, ele não perde a deixa para dizer que "então você tem que pagar em dobro", hehe. Uma figura! Ah, lá tem vários 'narguilés', garantia de diversão se você for com os amigos ou para seu simples prazer pessoal mesmo!

Chez Samir
R. Domingos de Morais, 122
V.Mariana - S.Paulo/SP
Tel: (11) 5573-7543

Escrito por Marcelo Katsuki às 00h07

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Parece mas não é


O sushi favorito dos chocólatras. Já deu pra perceber que é feito de chocolate, né? Chocolate e flocos de arroz, uma dupla perfeita para aquele momento 'formigão'. Mas a semelhança do chocolate do Koo-Ki Sushi com o sushi não fica só no visual: o preço também é bem salgadinho. Dá uma olhada no site, tem cada doce! Um mais bonito que o outro! Pena que só tem na Califórnia, mas logo alguém se inspira por aqui, hehe.


Parece mas não é II



Essa é aqui do Brasil mesmo, mais precisamente da maravilhosa Florianópolis. Aliás, lá conheci há alguns anos um restaurante que gostei muito chamado "Lugar"; tem nome melhor? Será que ele ainda existe? Bom, voltando à figura, trata-se de uma miniatura feita de massinha do Armazém da Miniatura. Eles fazem tudo na escala 1:12 (ou seja, 12 vezes menor) e se não dá para comer, com certeza arrasa no acabamento. Dá uma fuçada no site (clique no nome), tem uma miniatura de detergente incrível que só falta soltar bolhinhas!

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h29

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Quanto mais quente melhor


Passei o finde abrindo as caixas da mudança. Sem conseguir instalar o fogão, recorri ao fogãozinho chinês de gás de tubo e adivinha qual foi o primeiro prato feito na casa nova? Miojo, kkkkk! A segunda foi pipoca de microondas, santa preguicite... Mas compensei o descaso indo comprar sucos naturais no "Horti Mais", um empório super simpático que descobri ao lado de casa. Comprei um suco que era um mix de morango com uva (natural) que era uma delícia! E com ótimo preço, depois eu conto.

Voltando à mudança, uma coisa que me chamou a atenção foi a quantidade de pimentas encontradas nas caixas. Tinha pimenta em conserva, geléias de pimenta, pimenta com côco, pimenta com mel, pimentas secas da feirinha da Bolívia de todas as cores e até pimentas frescas. Nossa, nem eu sabia que gostava tanto assim de pimenta! E se o segredo da magreza das coreanas é realmente a pimenta, então tem alguma coisa muito errada comigo, hehe.

Abaixo, uma tabelinha bem útil de "harmonização" de pimentas e grau de ardume fornecida pela Cia. das Ervas. Minha pimenta favorita é a "cayena", que conheci comendo o "Linguine com Camarão" no saudoso Hotel Lycra. Hoje esse prato pode ser saboreado no Ritz, embora a alcachofra tenha sido substituída por abobrinha. Mas a cayena continua lá, dando aquele toque super especial ao prato.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h36

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Caipirinha de uísque

Caipirinha de uísque



Ontem finalmente provei o Johnny Walker Red Mix. Há tempos via nos cardápios aquela opção de drink de uísque com frutas, mas ficava meio receoso. Não que eu seja tão ortodoxo, mas o sabor do malte é tão bom que tinha lá minhas dúvidas. Daí me lembrei que quando comecei a tomar uísque, diluía com água de côco para dar uma suavizada e pensei, por que não?

E não é que fica gostoso? Claro que o sabor do blend fica meio perdido no meio das frutas, tanto que três amigos que não bebem uísque por nada adoraram o drinque! Taí uma ótima opção para uma 'caipirinha' que não vai te tombar no dia seguinte. E com um preço justo (o mesmo da dose do Red Label). O perigo é se empolgar com as 'frutinhas' e exagerar na dose.

Para ver os bares que estão servindo o JW Red Mix em algumas cidades, clique aqui. Ou faça em casa mesmo! Lá no site tem receitas do drinque com várias frutas e até uma promoção onde você pode receber em casa um bar completo para oferecer o drinque a seus convidados. Nesses tempos de festas, nada mais providencial, hehe.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h06

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Marcelo Katsuki Marcelo Katsuki é editor de arte de Mídias Digitais da Folha, colaborador da revista sãopaulo e colunista da "Prazeres da Mesa".

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