
Alex Atala recebe os chefs sul-africanos Christiaan Campbell e Alicia Giliomee para dois jantares no
Espaço de Eventos D.O.M. (Rua Barão de Capanema, 568, Jardins - tel. 11-3085-0873), nos dias 3 e 4 de julho.
Christian Campbell coordena a cozinha de cinco restaurantes de três hotéis na África do Sul enquanto
Alicia Giliomee é chef executiva do The Plattenberg Hotel, localizado em Plettenberg Bay, uma das áreas mais sofisticadas do país.

Os chefs prepararam um menu que apresenta o melhor da cozinha sul-africana, como Bolinhos de Snoek (peixe sul-africano) acompanhado por Torta Caesar, Bobotie de camarões com abacate, Manga e "sambal de chili" e Creme de coentro; filet mignon escaldado no Pinotage, servido em flocos de milho e risoto de castanha de Marula. De sobremesa, Laranja e Caldo de fruta ao licor Van der Hum, servido com "Honeybush" e sorvete de gengibre, Torta de Leite e o tradicional Pudim Malva, com Mousse de Amarula. A carta de vinhos, claro, será composta por exemplares sul-africanos.
Escrito por Marcelo Katsuki às 00h55
Hoje é dia de São Pedro! E antes que o mês acabe, quero aproveitar para publicar duas receitas que têm tudo a ver com a data: cuscuz de milho e risoto de pinhão. Os pratos foram sugeridos pelo chef Cícero Gomes do
Josephine Bistrô (Rua Jaques Félix, 253 - Vila Nova Conceição – tel: 11-3842–5891) e podem ser apreciados lá no restaurante também. A Doralice estava me cobrando faz tempo, mas a correria dos últimos dias não me permitiu embarcar no clima junino. E eu louco por uma 'quermessinha' com direito a quentão e todos os pratos com milho, que engordam mas adoro. Aí vai.
Cuscuz de MilhoIngredientes:
- 200 ml de leite de coco
- 500 ml de leite
- 100 g de coco ralado
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 colher (café) de sal
- 250 g de farinha de milho
Preparo:
Numa panela grande coloque o leite de coco, o leite, o coco ralado, o açúcar e o sal. Quando ferver, acrescente a farinha de milho aos poucos e continue mexendo. Cozinhe em fogo baixo, sempre mexendo até formar uma massa úmida e firme. Umedeça uma forma para cuscuz e coloque a massa. Desinforme e decore.
Risoto de pinhãoIngredientes
- 2 xícaras de arroz para risoto
- 2 colheres de manteiga
- sal a gosto
- 1/2 xícara de salsa picada
- 1/2 xícara de cebola picada
- 300 gramas de pinhão cozido, picado e descascado
- 2 tomates grandes cortado sem pele
- Noz-moscada ralada a gosto
- 1 litro de água para fazer o arroz
Modo de Preparo:
Refogue a cebola na manteiga, acrescente o arroz, sal, mexendo sempre até que esteja frito o pinhão, salsa, tomate e a água, cozinhe até amolecer o arroz, por último a pitada de noz-moscada.
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h20

Marie-France Henry do
La Casserole (Largo do Arouche, 346 - tel: 11-3331-6283) desenvolveu um menu com receitas ideais para serem divididas entre quatro ou mais pessoas. Clássicos da cozinha francesa como Cassoulet (R$ 140,00), Bouillabaisse (foto - R$ 156,00), Lapin à la provençale (R$ 144,00) ou o Pot au feu (R$ 140,00) poderão ser apreciados em grupos de quatro ou mais pessoas, promovento uma verdadeira integração à mesa.
“Ao degustar pratos únicos as pessoas estarão falando da mesma coisa: as diferentes sensações em torno do mesmo prato”, pontua Marie. Um conceito simples que está sendo resgatado e que acredito, será muito bem vindo. A carta de vinhos traz ainda opções de harmonização (em taças ou garrafas) selecionadas pelo sommelier Sebastião Martins, o Tom. Os “pratos do convívio” estarão em cartaz no restaurante de 5 a 20 de julho.
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h09

É fashion! E vem em várias cores como o iPod.
Palm Peeler é um descascador de legumes que se ajusta à sua mão através de um anel. Nada romântico, mas enfim, quem pensaria no ser amado enquanto descasca uma batata? E se pensar, pelo menos não corre o risco de cortar a mão, hehe.
O preço é R$ 28,00 lá na
Utilplast (Al. Lorena, 1931, Jardins - tel: 11-3088.0862).
Escrito por Marcelo Katsuki às 10h23
Comida de bistrô na praça de alimentação. Pode até não parecer coisa nova, mas o
Aubergine (Av. Dr. Vieira de Carvalho, 145, República - Tel: 11-3361-4194) faz isso há mais de seis anos e numa galeria aqui no centro da cidade, onde funciona a Dulca. No final do corredor você encontra a Simone junto ao caixa da simpática 'lojinha', onde se pode ver o cardápio enxuto, mas tentador (e as bonitas sobremesas). Comi lá duas vezes nessa semana, na primeira, um delicioso 'mussaka' (R$ 15,00) acompanhado de arroz. Fiquei surpreso pois da última vez o 'mussaka' veio todo desconstruído, com fatias redondinhas de batata e berinjela sobre um bechamel que acompanhava a carne. Dessa vez veio o tradicional, numa bela porção acompanhada de arroz 'amarelinho', tão saboroso que acabei comendo tudo, hehe.
Ontem provei mais dois pratos e estavam ótimos: um 'cozido de ossobuco ao vinho' com salada morna de vagem e tomate com alecrim (R$ 15,00) e um 'supreme de frango' com cogumelos salteados (R$ 18,00) envoltos em um creme tão saboroso, que fiquei torcendo para não acabar. Todos os pratos acompanham arroz e uma entradinha. Ontem vieram finíssimas crostatas de ervas e pimenta, um pedacinho de ricota defumada e duas pastinhas: uma de banana com erva doce e outra de berinjela. Um pequeno agrado que fez muita diferença para o meu estômago ansioso.
[Crème Broulée, Pera ao vinho, Muffin de castanhas e Iogurte com gengibre: dá pra resistir?]
Escrito por Marcelo Katsuki às 10h00
Uísque e frutas, você já experimentou? Estreou ontem o novo site da
Johnnie Walker Red Mix, que tem até um "Bartender Online" que ensina a preparar os drinks! Há várias idéias de bebidas criadas a partir da mistura do whisky com frutas como maracujá, caju ou frutas vermelhas. O conceito "Combina?" vai centrar boa parte das ações da empresa no site, criado pela Wunderman. Tem conteúdo interativo (e engraçado), é para fuçar mesmo!
Clique aqui! e agite bem!
Escrito por Marcelo Katsuki às 11h45
A campanha da
Suplicy Cafés Especiais ganhou o Leão de Bronze na categoria outdoor no 54ª Festival Internacional de Publicidade de Cannes (França/ 2007). As peças foram criadas agência F/Nazca Saatchi & Saatchi. Sente o clima.


Ai, acho que também estou precisando de um cafezinho!!!
Escrito por Marcelo Katsuki às 09h41
[Os gêmeos, Cris, Solange, Luiz e Nina]O
Eñe Restaurante organizou ontem um almoço para apresentar seu cardápio de inverno. Eu gostei (e muito). Ingredientes nobres dividindo a cena com produtos simples mas preparados com técnica apurada. Sempre há surpresas, principalmente no quesito sabor. Texturas inesperadas, cores, formas, e nem pensar em tons de cinza na estação mais fria, muito pelo contrário. Se depender dos 'gêmeos', a mesa desse inverno vai ter muita cor. E flores.
Foi só começar o desfile de pratos para a Nina gritar do outro lado da mesa: "Cadê as fotos, Marcelinho!" Eita, já tô ficando óbvio com essa câmera, hehe. Ainda bem que tinha o Tarek e a Beta na mesma 'ponta' fotografando também. Cada pratinho um flash. Uih.
O menu: pratos delicados na aparência mas vigorosos no sabor harmonizados com cavas e ótimos tintos como os das Bodegas Alion, Galegas e Rodero. Foram tantos vinhos (e cavas) que eu e a Beta conseguimos ficar perdidos no meio das taças. 'Qual é o quê, gente?' Não sabia de mais nada. Felizmente fomos amparados por um 'expert' no assunto: José Luiz Pagliari, consultor de vinhos. Enfim, aproveitem a vista.
[Tomate de colgar: parecia uma laranjinha, mas com textura macia! E era recheado com uma pasta de manjericão, um prato que era um jardim -das delícas- hehe] [Tartar de perdiz com alcachofras crocantes: o abacate suavizava a perdiz e as alcachofras -irreconhecíveis- conferiam contraste de textura. Aih, tô viajando? Pior que não tô achando a foto. Achei!] [Creme de perejil com camaronês: não gosto de espumas -me lembra o Tietê dos velhos tempos- mas só de sentir o perfume marinho com toques de salsinha me rendi. É ver para crer] [Huevos de invierno: pra comer pensando que se está numa cabana na montanha gelada. Além do ovo, cogumelos e um toque trufado, clássico. Quero mais (ovos e noites na cabana)] [Cazuela de verduras y setas: legumes tenros mergulhados num velouté pra lá de aveludado, com sabor pronunciado de cogumelos] [Bacalao en Gastrovac: a tal panela que cozinha em baixa pressão e baixa temperatura, preservando todos os sabores do alimento. O peixe se desmanchava em camadas, e mergulhado no caldo de kombu (alga), me lembrou na hora do sabor Umami, aquele que é muito bom, mas que ninguém sabe como é exatamente, hehe] [Papada de cerdo con caviar: o tipo de prato que me faz acreditar em magia na cozinha. Sabores fortes mas complementares, sobre uma base de purê de batata simples que mais lembrava um suave aïoli. Divino da primeira à última garfada] [Xupitos de fresa y menta: calda de morango sobre um creme com refrescante toque de hortelã] [Buñuelos de chocolate caliente: uma trufa empanada -e muito crocante- acompanhada de sorvete de côco branco. Acho que era isso, o Pedro Ximenez já tinha me levado às alturas!]Antes de partir dei uma boa olhada no cardápio e devo dizer que os preços são bem amigáveis. Há pratos caros, claro, mas boa parte das tapas começam nos 8 Reais, e alguns pratos na faixa dos 30. O ambiente é de incrível bom gosto: concreto, vidro que permite visualizar a cozinha e a rua e cores (fortes!) apenas nos pufes, banquetas e nos quadros de rosas que inserem o vermelho no ambiente. Eu morava lá 'facinho', hehe!
[Casa, cor e sabor!]Eñe Restaurante
Rua Dr. Mario Ferraz, 213
Tel: 11-3816-4333 - Jd. Europa - S.Paulo
Escrito por Marcelo Katsuki às 11h53
E os gêmeos* descobriram o Brasil!!!
Brincadeira... Preciso dormir agora, mas volta depois para conhecer o novo cardápio (de inverno!) do
Eñe Restaurante. Você não vai se arrepender.
* Os irmãos Sergio e Javier Torres, chefs e proprietários do Eñe, conhecidos como os 'gêmeos de ouro' na Espanha.
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h52
A arte do bem
No sábado fui ao
Sukiyaki do Bem no Grand Hyatt (comentado alguns posts abaixo) e fiquei surpreso com a dimensão do evento! Mais de 500 pessoas, o chef Adriano Kanashiro preparando o sukiyaki em uma paellera gigantesca e a ceramista Hideko Honma conduzindo a festa com maestria (e muita alegria!). Tudo super organizado, começando com a impressão da digital dos convidados em um botão de barro (na chegada) e a posterior troca do mesmo por uma peça de cerâmica onde o jantar foi servido. Ao final, os garçons recolheram as tigelas e retornaram com elas lavadas em uma embalagem de pano para transporte. Fino!
[Video mostra a arte da ceramista Hideko Honma]Difícil foi escolher uma peça entre tantas bonitas criações. Balcões distribuídos em um amplo salão sob uma luz tênue dispunham as peças e quanto mais eu olhava, mais indeciso ficava. Até que vi que o jantar ia começar e acabei pegando uma peça que me lembrava um chapéu com um botão com a letra "M" (por que será, hum?). Qual não foi minha surpresa ao descobrir que o nome da peça era 'hat' (chapéu em inglês), hehe.
[Adriano servindo o sukiyaki]O serviço foi muito eficiente. E o sukiyak, motivo de preocupação do chef nos últimos dias, estava delicioso. Para dar conta do recado, o chef utilizou uma paellera e o resultado foi um 'sukiyaki fusion', hehe. Ótima sacada, vou adotar lá em casa.
[Meu prato 'chapéu']O evento foi um sucesso. As apresentações alternavam momentos de vigor e deslumbramento (com os tambores e a apresentação de teatro Noh por Angela Nagai) e de encantamento, com a cantora japonesa Mariko Nakashira interpretando clássicos da música japonesa e uma irresistível "Garota de Ipanema" ao final que colocou o povo para cantar. Que venham outros eventos beneficentes! Fazer o bem é sempre bom!
[O presidente da Associação para Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, sr. Kokei Uehara, a figurinista Sonia Ushiyama e o diretor de projetos culturais da Fundação Japão Jo Takahashi, velho amigo aqui do blog]
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h10
Saindo da acupuntura na Liberdade, passei pelo mercadinho e comprei um 'yakisoba' instantâneo japonês, tipo 'cup noodles', mas todo cheio de detalhes. Na embalagem, apenas a descrição: macarrão tipo yakisoba instantâneo. Abri e surpresa: alguns pacotinhos de temperos e uma instrução toda em... japonês. Pensei, basta olhar os desenhos e seguir as indicações, mas quando o primeiro pacotinho que abri continha maionese, me peguei aflito.
O grande barato do produto, era exatamente a tampa: abre de um lado para colocar a água fervente, tampa para o macarrão e as verduras incharem e depois abre do outro lado, todo furadinho, tipo escorredor. Divertido! Na dúvida sobre o que fazer com os pacotinhos, misturei o molho na massa e cobri com a maionese e a alga nori picada. O sabor é típico do yakisoba japonês, mais azedo e menos doce que o chinês. Um produto interessante mas muito leve. Meia hora depois já estava de volta à cozinha para fazer um espaguete. Fome.
Escrito por Marcelo Katsuki às 00h19
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