Os vinhos Callabriga
A Casa Ferreirinha, do Grupo Sogrape e a Importadora Zahil lançaram ontem num concorrido almoço no restaurante A Bela Sintra os vinhos da linha Callabriga com a presença do renomado enólogo Luis Sottomayor, de Portugal. O almoço contou com a presença de grandes experts do assunto, como o colunista Jorge Carrara da Folha e o editor Ricardo Castilho, da Prazeres da Mesa.
Quase desisti, pois estava atrasado demais (imprevisível meu horário na redação!) mas ainda bem que persisti, apesar do vexame de fazer o enólogo se levantar no meio do seu almoço só para me explicar os vinhos das três regiões apresentadas! Pude me sentar ao lado da Cris Couto (do ótimo blog Seja bem vinho) e degustar os exemplares com seus ótimos comentários; a Cris é uma expert e tem um olfato afiadíssimo! Os vinhos das três regiões apresentadas são produzidos com uvas provenientes exclusivamente da Quinta da Leda mas possuem diferentes matizes, com um perfil contemporâneo, lembrando o estilo do novo mundo.
Provamos os vinhos Callabriga das regiões Alentejo, Dão e Douro (2004) e suas versões 'reserva' (2003). Sou suspeito para falar dos vinhos portugueses, sempre fui fã (aprendi a tomar vinho com eles) e acompanhados do ótimo Bacalhau à Gomes de Sá, foram perfeitos. A Cris optou pelo Arroz de Pato, cujo aroma delicioso quase ofuscou o meu prato! Tive que dar uma garfada, hehe.
O Callabriga Dão Reserva 2003 foi o que agradou logo que foi servido, revelando boa estrutura e grande maciez com seu agradável aroma frutado. Já o Callabriga Douro Reserva 2003 tinha boa acidez e toques balsâmicos e de cravo. Gostei em especial do Callabriga Alentejo Reserva 2003, complexo, evoluiu na taça revelando aromas frutados e de chocolate, além de cedro, perfeito para o meu paladar.
E depois de algumas taças e muita conversinha, o difícil foi escolher a sobremesa diante da bandeja de guloseimas da casa. Fui de 'Toucinho do Céu' e acho que me dei bem pois estava perfeito e foi a mesma opção da Cris, que tem a ascendência da 'terrinha'. Mas como o vinho tem o poder de unir as pessoas, acabamos provando os doces de todos da nossa mesa, nem os diretores da importadora resistiram à brincadeira. Callabriga, seja bem vinho!
Escrito por Marcelo Katsuki às 11h40
Jantando no banheiro
Ai, se a moda pega... Em Taiwan inaugurou o Modern Toilet, "bistrô-banheirão" onde até o décor apavora com mesas-pias e cadeiras-latrinas. Você pode sentar e se deliciar mas relaxar jamais, se liga na falta de encanamento!!! E o que falar dessas sobremesas no vaso sanitário? Cremosas? Se sorvete já me faz aquele estrago, imagina esse que já vem no 'formato padrão'? Meu Imosec, por favor!!!
Fotos: Reuters
Abriu o apetite???
Escrito por Marcelo Katsuki às 04h53
Valorização da cozinha regional
Evento bacanudo no Mercadão de São Paulo (Rua da Cantareira, 306 - Pq. Dom Pedro II/S.Paulo) com a dona Nazaré, cozinheira do Centro de Tradições Nordestinas!!! Vai lá aprender o "baião de dois" e outros segredos da cozinha regional!Talitha Barros e Tiago Castanho arrasaram no Folia Gastronômica de Paraty e agora vão dividir suas receitas e experiências! E o chef Carlos Ribeiro vem com sua cozinha paraibana fazendo barulho! E o melhor: a entrada é um brinquedo novo ou um panetone. Você participa e ainda colabora com o Natal de muita gente que precisa de um carinho. Vamos lá!
Escrito por Marcelo Katsuki às 04h25
Berinjelas

O Madame Aubergine (Rua Carla, 25, Tel.: 11-3168-7389) recebe a mestre-cervejeira (ou 'beer sommelier', adoramos modinhas, hehe) Cilene Saorin para uma aula/degustação de cervejas que combinam com o verão, seguida de coquetel, no próximo dia 29 de novembro às 19h30 (valor: R$ 125,00).
Os amantes de cerveja terão a oportunidade de apreciar novos sabores, conhecer a maneira correta para a degustação da bebida, além de dicas para não mascarar o sabor e complexidade da mesma, a temperatura correta para a degustação, cremosidade e qualidade da espuma, além de harmonizá-las com pratos adequados que ressaltam as características da loirinha. Não dá pra perder, né?

Por falar em 'berinjela', almocei ontem no Aubergine (Av. Dr. Vieira de Carvalho, 145, República - Tel: 11-3361-4194) um maravilhoso 'lombo suíno com purê de moranga aromatizado com sálvia e alho e jus de vinho tinto. Delírio por R$ 18,00, prato que poderia brilhar no cardápio de qualquer bistrô fino, ainda acompanha arroz com açafrão. Ah, a foto foi no celular mesmo, por isso o lombo 'tá' com cor de foie gras, hehe! Raspei o prato!
Escrito por Marcelo Katsuki às 04h11
Culinária portuguesa contemporânea
O Sal & Pimenta, bistrô super simpático lá perto de casa, realizará nessa sábado, dia 24 de novembro, um jantar com cardápio fechado que propõe uma viagem gastronômica inesquecível. É o 'jantar para amigos' elaborado pelo Simon Anthony, jovem chef que realiza uma cozinha portuguesa contemporânea.
Entradas:
- Sangria de champanhe, carambola, morango, pêssego, hortelã e canela
- Tabua de pão Italiano com manteiga temperada
- Azeitona verde Argentina
- Bolinho de bacalhau Português
- Salpicão fatiado
Principal:
- Pernil de Cordeiro no forno com alecrim,
(cebola, batata rústica, cenoura, arroz e farofa rica)
Sobremesa:
- Panacota com calda de morangos frescos
Bebidas:
- Espresso servido com areias de Cascais e cachaça da casa
- Águas, refrigerantes
Os pratos poderão ser harmonizados com vinhos tintos alentejanos (valor dos vinhos cobrado à parte).
Sal & Pimenta Culinária Contemporânea
Jantar limitado a 34 pessoas, lugares confirmados mediante reserva telefônica antecipada
Valor por pessoa R$ 70,00
Horário : 21:00
Local : Rua Sampaio Viana 276 - Paraíso
Tel.: 11-3889-9071
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h33
Roberta Sudbrack
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Cheguei na casinha laranja à beira do canal quase desfigurado tamanha a dor de cabeça e a chef percebeu, até comentou depois comigo. Mas não podia deixar de conhecer o restaurante da premiada Roberta Sudbrack (que inclusive levou o prêmio de chef no Prêmio Rio Show de Gastronomia desse ano).
Minha primeira impressão foi a de extrema cordialidade. Da hora em que botei os pés para fora do táxi até o momento em que atravessei o portão na saída, o tratamento foi sempre de extremo zelo, coisa que a gente gosta e agradece.
A decoração é despojada mas de bom gosto, vidros, metais e madeiras rústicas, flores. O vidro que separa e permite visualizar a cozinha oferece uma integração e interação entre os ambientes. Você vê os cozinheiros prepararem seu prato e eles observarm se você está fazendo careta ou sorrindo de contentamento, quase sempre. Cheguei disposto a harmonizar os pratos (e a cabeça que agüentasse) mas logo na primeira taça de espumante senti que seria bom, desceu bem; respirei aliviado.
Recentemente falei em uma entrevista que o que mais me encantava na gastronomia era a alquimia. Alguma coisa que evolui ao longo da refeição e que de repente, 'pumba', acontece. É todo o conjunto de fatores: comida, bebida, ambiente, música, serviço, que em harmonia propiciam um momento muito especial, para mim mágico mesmo!
Na Roberta Sudbrack foi assim. Eu cheguei quase uma sombra, fui me colorindo com as sutilezas dos sabores surpreendentes a cada prato, elevando o espírito com as harmonizações e quando vi, estava ali inteiro, rindo da conversinha com a Beta e a Lívia. A cada prato realizava uns registros rápidos com minha digital de bolso ansioso para registrar na língua aquilo tudo.
Olhava pro lado, cerrava os olhos e tentava decifrar os sabores íntegros e preciosos com o chef Carlos, sentado ao meu lado. Ao final, nada de palavras, apenas sorrisos e tacinhas em punho. É uma experiência que precisa ser vivida. A chef sai da cozinha para acompanhar os acontecimentos. A recepção no salão é calorosa mas tímida diante de tamanha generosidade e brilhantismo. Viva a chef!!!
Na chegada, espumante Valduga 130 Anos e mini brusquetas, pequeninas e saborosas, prenunciando o que estava por vir. Também pãezinhos de queijo francês tão leves e delicados que se desmancham na mão, antes mesmo de chegar à boca.
O clássico melão com presunto vem na forma de shot: frozen de melão com speck, novas texturas e temperaturas para sabores mais intensos.
Aqui o quiabo é rei! Não estava no menu do dia, mas a chef não hesitou em preparar a especialidade (favorita do Claude!) diante de nossa súplica.
Quiabo defumado recheado de camarões semicozidos. As sementes estalam na boca, o micro brunoise quase não permite identificar o tomate. São sabores distintos num crash de texturas, a língua vibra e a gente também!
A cavaquinha chega fresca, marinada e vai revelando os sabores ocultos no fundo do prato a cada garfada. Os mini legumes surpreendem, parecem miniaturas tenras, comida lúdica com frescor.
O tataki de atum vem sobre enigmáticos feijões verdes e açúcar de beterraba. Os temperos são econômicos mas precisos e as ervas e pequenas flores fazem o prato lembrar um objeto decorativo tamanha a preocupação com o acabamento.
Fim dos pratos do 'amuse bouche'. Pausa para uma espiada na cozinha através da parede de vidro.
O cherne chega com o cozimento perfeito, dourado, macio, interior úmido, sobre as delicadas vagens com pinolis.
Mas o que faz um ovo caipira no meio disso tudo? Olha, me rendi ao sabor da gema, mole, realçada pela flor de sal e pelos aspargos tenros, numa 'farofinha' úmida e crocante que absorve o líquido amarelo ouro que escorre pelo prato.
O leitãozinho de leite chega causando verdadeira comoção na mesa. Com marmelada de tomates e um potinho de chantilly de batatas, leva a refeição ao seu ápice. A chef recomenda comer a pele crocante com as mãos, a carne está tão macia que não resiste à briga dos talheres. A gente obedece molhando as mãos na lavanda. Suspiro lembrando dos 'cochinillos' de Segóvia, mas esses estão ainda melhores.
A sobremesa é um bomboloni de leite maltado. Lembra um sonho, recheado de doce de leite e polvilhado com açúcar, sobre uma calda de leite cremosa cheia de sementinhas de baunilha. Traz referências infantis, é sentimental, reconfortante.
Ao final uma bandeja de docinhos acompanha o despretensioso chá de capim santo, meu favorito! Massinhas delicadas (seriam pâte à choux) recheadas com creme, morango, cobertas com chocolate; brigadeiro de colher e bombonzinhos que lembram Kri, numa recriação da chef que adorava o doce, segundo a Beta.
Outro ângulo, só para atiçar ainda mais a vontade!
O time responsável pela cozinha moderna mas de base clássica da chef, atenta aos mínimos detalhes nos procedimentos culinários. Os sabores já estão todos aqui, registrados na memória. Saudades do Rio.
Roberta Sudbrack
Rua Lineu de Paula Machado, 916
Jardim Botânico - RJ
Tel.: 0/xx/21/3874-0139
Menu degustação no jantar: R$ 180,00 (6ª e sábado) e R$ 150,00 (outros dias).
Menu executivo no almoço: R$ 80,00.
Escrito por Marcelo Katsuki às 03h21
Margutta Ristorante
O Margutta (Av. Henrique Dumont, 62, Ipanema - Rio de Janeiro - Tel: 21-2259-3718) tem uma cozinha mediterrânea com ênfase em peixes e frutos do mar, mas as massas também são excelentes. Comandado pelo chef Paolo e sua esposa, Conceição Neroni, o restaurante vive lotado, inclusive de celebridades (algumas até 'batizam' alguns pratos do cardápio, como a Bety Lago e o casal Cláudia Raia e Edson Celulari).
Fiquei encantado com o 'straccetti di manzo alla rugola' (R$ 29,50), carne finamente fatiada salteada com alho e rúcula, poucos ingredientes mas muito sabor! A Conceição até deu a receita, que vou transcrever e postar depois, é fácil e dá uma ótima entradinha.
Outro prato que surpreende pela economia de ingredientes mas ótimo resultado é o 'spaguetti allla Neroni' (R$ 42,50), massa ao alho e óleo com camarões pequenos e pimentão, levemente picante. Comi meia porção e adorei.
O 'penne mari e monti al cartoccio' (R$ 45,50) vem embrulhado em papilote que mantém a massa quente até o último penne. E o sabor dos cogumelos com os frutos do mar fica ainda mais intenso, exalando um perfume delicioso.
Provei um pouco do 'Prato da Boa Lembrança', um penne com creme de espinafre e queijo, sem grandes expectativas, confesso, mas me surpreendi, estava muito saboroso! Talvez esse seja o grande segredo do chef Paolo: extrair sabor de receitas com poucos ingredientes, mas de qualidade. O resultado é sempre surpreendente.
Ainda consegui comer duas unidades de camarões V.G. do 'gamberoni ao forno' (R$ 72,00 - cinco unidades), com aspargos no vapor, mas foi por pura insistência da Conceição. Sobremesa nem pensar, né? Dei uma última 'bicada' na tacinha de vinho e partimos.
A chuva impediu a caminhada no calçadão, tão necessária depois dessa comilança toda, mas nem me incomodei. Gastei todas as calorias dançando até cair na festa Combo, no novo Club 69 (em cima da Devassa de Ipanema). Com projeto do Muti Randolph, a luz é bem mais minimal que do D-Edge, mas elegante. E o som 'tava' ótimo, eletrônicos e roquinhos até entrar um DJ viajandão que fez um set chatíssimo, tombei e fui embora. Mais leve.
Escrito por Marcelo Katsuki às 13h51
A onda dos temakis no Rio
As temakerias invadiram o Rio! É o ataque dos cones!!! E eles são chamados de 'big sushis', hehe, engraçado! No meu caminho para a praia passei por duas temakerias, ambas na Farme de Amoedo. A Koni Sotre fica no lugar de uma antiga loja que tinha o exótico nome de "Vale das Bonecas", ali na Farme parecia piada pronta! É ao lado de onde funcionou o Mac Donald's. A outra é a minúscula mas super decorada Yiá, basta atravessar a Visconde de Pirajá (fica ao lado do bar 'Tô Nem Aí') e é do clã dos funcionários do Nakombi!
Os temakis caíram no gosto dos cariocas, que valorizam uma refeição saudável e prática. Outros dois fatores que ajudaram foram os temakis sem peixe cru (há até opções vegetarianas mas preciso confessar que detesto sushi de tomate seco gente, não dá!) e a função de ponto de encontro, já que a moçada domina totalmente esses ambientes.
Escrito por Marcelo Katsuki às 10h20
Adeus à barrinha de cereais
Na viagem ao Rio notei que a Varig implantou um conceito bem bacana: Sabores e Aromas do Brasil. Na ida, um reconfortante caldinho de feijão caseiro, arroz, tutu e linguicinha, tem coisa mais brazuca? Na volta, sanduichinhos de pão de mandioquinha, de grãos e sucos de frutas. E olha que fui de econômica! Já que a Gol é a controladora da Varig, bem que podia seguir o exemplo, alguém ainda agüenta aquelas barrinhas de cereais? Avoa!
Escrito por Marcelo Katsuki às 01h27
Numa fria
Preciso confessar uma coisa: sou alérgico a sorvete. Pior que descobri que o único sorvete que não me faz mal é o da Häagen-Dazs, mas esse faz mal pro bolso! Seria a água oxigenada, minha gente? O fato é que já passei alguns apuros com chefs que servem sorvetes em degustações e eu me esqueço, tomo e depois desapareço do restaurante sem terminar o serviço! Santo piriri, Batman!!!
Enfim... o fato é que no Rio, mais precisamente em Ipanema, inaugurou na semana passada a Yogoberry uma lojinha exclusivamente dedicada ao frozen iogurte, uma opção mais saudável ao sorvete. Não tem gordura nem corantes ou conservantes e ainda tem um sabor alternativo de chá verde, que é uma loucura!
Fui provar sem medo (fica perto da casa onde me hospedei) e tomei o de chá verde com morango, MM e blueberry. Graças a Deus não tive nada, porque enquanto me deliciava, fui surpreendido por um grupo de amigos que não via há tempos e fiquei botando a conversa em dia. Eles também aprovaram a novidade!
A casa também vai oferecer 'smoothies', o iogurte batido com monin de frutas, mas só quando o fornecedor entregas os copinhos, hehe. Ah, a Yogoberry fica na rua Visconde de Pirajá, 282-C, ao lado da livraria Letras & Expressões, em Ipanema. Os preços variam de R$ 6,00 a R$ 10,00 e três 'toppings' saem por R$ 2,00. Passei lá ontem de novo e peguei fila, já vi que agora é moda!!!
Escrito por Marcelo Katsuki às 10h48
O Rio é Show!
O Circuito Rio Show de Gastronomia termina hoje, domingo, depois de cinco dias de aulas, concursos, premiações, filmes e todo o 'gastropeople' do Rio reunido no MAM. O evento premiou os melhores da cena gastronômica carioca em 20 categorias, dentre eles alguns 'pauliocas', como são chamados os restaurantes paulistanos que abriram filiais no Rio.
O formato do evento é interessante e o espaço super adequado. Você pode ficar 'bicando' umas tacinhas borbulhantes na salinha VIP de onde se vê a movimentação na praça de alimentação, nos estandes, na sala de aulas e palestras. Os quiosques arrasaram: comi bacalhau no Antiquarius e paguei 12 pratas, uma beleza!
Entre os vencedores, destaque para o melhor restaurante e melhor francês, Olympe do Claude Troisgros, melhor chef para Roberta Sudbrack, melhor italiano para o Gero, melhor pizza para a Brás (olha os 'pauliocas' aí, gente!), sanduíche para o Cervantes, pé-sujo para o Pavão Azul e pé-limpo para o Jobi (adorei essas categorias!).
No concurso de novos talentos, a vencedora foi Michele Gilaberte com uma receita de pato que levava maxixe! A segunda colocada, Mariane Fernades, fez um pato com pêssegos. Se fosse aqui na Folha, meu editor-chefe desclassificava as duas, já que ele lidera o movimento "Salvem os patos", hehe! Foi uma maratona, mas das boas!
Escrito por Marcelo Katsuki às 12h05
