Marcelo Katsuki

Comes & Bebes

 

Moqueca de camarão


Ontem acordei com uma azia tremenda e fui agraciado com a falta de água no banheiro por conta de um vazamento no prédio. Como essas coisas não fazem bem à cabeça logo pela manhã, fui para a cozinha e ao invés de preparar um café bem leve, fiz uma moqueca; na verdade uma variação dela. Que brilhante idéia, não? Culpa da geladeira, pobre de pães e ovos mas lotada de tomates, pimentões e frutos do mar. E do horário, claro, tinha perdido a hora!

Todo mundo tem uma receita de moqueca, mas a minha é a mais simples possível. Intercalo em uma panela de barro três camadas de cebola, tomate, pimentões, coentro e camarão (ou peixe). Tudo sem medida, com toda a indiferença que uma azia matinal pode provocar. Junto sal, pimenta, um vidrinho de leite de coco (mais a mesma medida de água, se estiver muito grosso) e um fio de dendê para reforçar a azia. Cozinho até levantar fervura, abaixo o fogo e em 5 minutos está pronto.

Variações sobre uma moqueca
- Substituir parte do leite de coco por água de coco. Já falei isso aqui, e fica realmente gostoso e mais leve.
- Colocar pimentas dedo-de-moça inteiras na receita. Dão um perfume delicioso sem deixar o prato ardido. Daí quem gostar pode pegar a pimenta, fazer um furinho e deixar o líquido picante escorrer pelo prato, delícia!
- Se você gosta de alho, pode colocar dentes de alho inteiros, o princípio é o mesmo da pimenta: dão um perfume e podem ser comidos depois de cozidos.
- Se não gosta de coentro, capriche na cebolinha. E se quiser um sabor especial, inclua fatias finas de alho poró.
- Batatinhas pequenas pré-cozidas ficam deliciosas quando finalizadas na moqueca, mas não exagere ou você terá um cozido de batatas com camarão, hehe.
- Se o caldo ficar muito ralo, engrosse numa panela à parte com um pouco de farinha de mandioca, ou faça um pirão mesmo, não tem coisa melhor.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h09

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Obento, ícone do Japão moderno


[Meu almoço de ontem]


O obento, aquela embalagem plástica com uma refeição completa é uma verdadeira instituição japonesa. Eu sempre brinco que o obento é a minha mais completa tradução: organizado, bonito e gostoso. Quer dizer, mais ou menos, talvez a minha mais completa tradução seja uma marmita com a tampa amassada, kkkkk! O fato é que eu adoro obentos.

No Japão o obento movimenta uma indústria gigantesca que abastece as gôndolas das lojas dos grandes centros, pois ninguém mais pode se dar ao luxo de cozinhar em casa ou comer fora todos os dias. Falta tempo e espaço para cozinha nas casas, por outro lado sobra qualidade e criatividade nos produtos oferecidos.

Lembro que quando estive no Japão tempos atrás fiquei chocado com um sanduíche de yakisoba (que hoje você encontra até na Liberdade) e com o mau cheiro causado por um caldeirão fervilhante de Oden, um cozido de legumes japonês onde nabos e ovos causavam furor no balcão de entrada da 7-eleven. Meio fedido sim, mas não havia nada mais prático e reconfortante: selecionava os legumes num copinho, pagava no caixa e me deliciava acompanhado de mostarda japonesa!


[Obento e sushi de enguia do Yamato]


Ontem aproveitei a rápida passada pela 'Liba' para cortar o cabelo e dei um pulo no Yamato (Rua Galvão Bueno, 364 - tel. 0/xx/11/3207-2330 e 3208-7041) para comprar o que considero o mais autêntico obento produzido na cidade. Arroz japonês cozido como o da batian ('avó' em japonês), frango e cubos de peixe cozidos com molho de soja adocicado assim como a delicada omelete, tempurá de cebola, legumes cozidos, picles e makizushis perfeitos. Nada de improvisações ou adaptações, é o mais autêntico sabor japonês e você só paga R$ 10,00 por isso. Nos finais de semana há uma versão 'turbinada' por R$ 13,00 com mais ítens.

Lá no Yamato você ainda encontra uma especialidade, o sushi de enguia, disponível apenas em restaurantes. E um balcão cheio de ingredientes como ovas, picles e filés de salmão temperados com saquê e pasta de soja, para você impressionar no próximo jantar! Hoje é impossíve pensar no Japão sem os obentos. Também não consigo me imaginar sem eles.

Quer conhecer uns obentos bem divertidos? Nesse quesito, o e-obento.com é imbatível! Veja abaixo.


Clique aqui para acessar o site.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h34

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Engenho de Gastronomia em São Paulo


[Capa da Engenho: merecido 'debut' da chef Andrea Kauffman]

Depois de fazer uma horinha na Saraiva, corri para o lançamento da edição paulista da Revista Engenho de Gastronomia no Espaço UNI. Leo e Dani Barbosa, diretores da revista, prepararam com o editor Bruno Albertim uma edição com chefs de São Paulo recriando pratos com ingredientes nordestinos. A ação marca o lançamento e distribuição da revista em São Paulo, que passará a contar com uma distribuição de 4.000 exemplares em 1.200 pontos de venda da capital paulistana.


[Os chefs Emmanuel Bassoleil, Sergio Arno e Laurent Suadeau]


[Os responsáveis pelo coquetel: Carlos e Andrea]

Eu sempre considerei a Engenho uma ótima revista mas acho que ela deu um upgrade notável nesse último número, com capa de alta gramatura e impressão fosca de qualidade. E o conteúdo também surpreendeu. Além de Laurent Suadeau, Emmanuel Bassoleil, Sergio Arno e Luciano Boseggia que estavam no evento, participam da edição Erick Jacquin, Carla Pernambuco, Francisco Gameleira, Fabrice Lenud, Carlos Ribeiro e Andrea Kauffman, todos apresentando receitas exclusivas em que utilizaram temperos como o açafrão-da-terra, cominho, pimenta-malagueta e frutas como pitanga e siriguela.



[Cerimônia do saquê de boa sorte -oferecido pela Tozan- com os diretores da revista]

Os chefs Carlos Ribeiro e Andrea Kauffman foram os responsáveis pelo coquetel com uma degustação à base de camarões da indústria alagoana de pescados Dama, garantindo o autêntico sabor nordestino ao evento. Andrea ainda debutou com sua primeira capa, linda, assim como ela com sua dolman bordada de cristais Swarowsky, coisa de 'diva', hehe.


A revista traz ainda roteiros gastronômicos pelo Nordeste, os lugares mais nordestinos em São Paulo, um passeio pelo Ceasa e uma matéria onde a cantora Elza Soares fala de suas preferências na cozinha. Tudo isso por R$ 9,00, não dá pra perder, né?


[Onde tem sabor pernambucano tem que ter bolo de rolo!]

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h03

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10+ comidas do cinema


Fui ontem ao lançamento do livro 10+ do cinema (Editora Globo - 224 pgs.) de um dos meus 10+ amigos, o Junior (ou Denerval Ferraro Jr.) na livraria Saraiva do Eldorado. Fui acompanhado do Paulo Afonso, outro 10+ amigo e que fez uma das 10+ piores fotos de todos os tempos; alguém consegue me ver na imagem abaixo? O P.A. quer lançar a tendência 'fotógrafo impressionista'.


O Ju fez uma das obras mais gostosas de se ler dos últimos tempos: um livro de listas! E quem não adora listinhas? Sei que vocês vão instantaneamente se lembrar do 'Alta Fidelidade' do Nick Hornby, onde o Rob vivia fazendo listas de músicas e acabou verbalizando sua urgência de viver num dos trechos mais bacanas que já li (qualquer dia posto aqui). Será que o filme também entrou em alguma lista, hihi?


São 51 listas ilustradas com ranking e comentários e nos mais divertidos temas: de 10+ finais surpreendentes até sogras, lésbicas, robôs, noivas, vilões, gays, vestidos e é claro, comidas! As top 3 comidas? "Festa de Babete", "Como água para chocolate" e "A Comilança". Quer conhecer as outras sete nominadas? Compre o livro e garanta momentos de pura diversão. Por 28 pratas na livraria mais próxima da sua casa ou clicando aqui, easy!

Aproveitando o 'gancho', nossa temporada de listas está aberta! Quais os 3 filmes sobre comida que você mais gosta? Conta pra gente nos comentários!

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h11

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Lingüiça sem cubos de gordura



Minhas preces foram ouvidas! A Sadia está lançando uma ligüiça sem aqueles cubinhos de gordura que a gente começa a refeição tirando mas despois desencana e come horrores. Sendo a gordura um elemento transmissor de sabor e que deixa a carne mais macia, o desafio de criar um produto que agrade é ainda maior.

A redução anunciada é de 36% menos gordura em relação à lingüiça mista defumada tradicional. E a Sadia promete um produto mais leve e suculento. As versões de mortadela e salame sem gordurinhas de outras marcas que já provei resultaram em perda de sabor e textura mais dura, mas essa lingüiça tá com uma cara ótima, não?

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h54

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O maior hambúrguer do mundo


Que tal um hambúrguer com mais de 60 quilos? Vá para Detroit, desembolse US$ 350 e afie os dentes para comer esse pão com cara de papelão. E depois arrase no sal de fruta, áfe! Clique aqui para ver a matéria, tem link para assistir ao vídeo.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h32

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Festival de trufas no eñe


[As surpreendentes trufas negras espanholas: aroma delicado]


No sábado acordei meio cabeção e fui pro Restaurante eñe dos chefs Sergio e Javier Torres conhecer o "1º Festival de Trufas" do restaurante. Ainda com os alto-falantes do D-Edge ligados dentro da cabeça e ligeiramente aflito, pensando em como 'harmonizar' minha inevitável ressaca matinal com as trufas (ou túbaras, como diz minha amiga-sumida Cris Couto) e seu característico cheiro de gás de cozinha.

Surpresa! As trufas espanholas, e especificamente as Tuber Melanosporum, variedade muito apreciada e que está sendo usada no festival são muito mais delicadas. Conhecidas como Pérola Negra, as túbaras espanholas chegam ao seu ponto de maturação no mês de fevereiro, daí o festival no eñe. E apesar do alto preço, em função da cara matéria prima, o festival está fazendo o maior sucesso. Os irmãos conseguiram mais alguns exemplares da trufa e resolveram estender o festival até o dia 1º de março, sempre no jantar.

“A intenção festival é oferecer aos nossos clientes esta Pérola Negra em um menu monográfico profundamente reflexionado para tirar o melhor proveito de seu apreciado aroma, aplicando as nossas técnicas e respeito ao produto”, explicam os chefs. O eñe tem um dos ambientes que eu mais gosto, com concreto e fiações aparentes, tudo muito raw e de super bom gosto. E para não deixar uma impressão de que se trata de um restaurante caríssimo (o que não considero, pois fazem alta gastronomia a preços justos) pedi alguns pratos 'extras' para mostrar um pouco do cardápio. Eis o festival:


[Pão trufado, molhado no leite com pedacinhos de trufa e coberto com lascas generosas. Uma entrada poderosa]


[Trufa Sorpresa: um 'bombom' de foie gras com casquinha de trufas coberto com gelatina trufada, servido com salada e torradinhas, acordei!]


[Cremoso suave de Patata y Trufa, um purê de textura lisa coberto com lâminas de trufas e espuma de caldo de carne aromatizado]


[Olha que incrível o padrão das lâminas da trufa! Dava uma super estampa!]


[Corvina com escamas de Trufa y aroma de Ciboulette, uma peça de peixe delicada no sabor e na textura, sobre cebolas caramelizadas e creme trufado. Ah, e coberto com trufas, puro sabor!]


[Milhojas de cerdo con judias blancas y Trufas, um 'mil-folhas' de papada de porco entremeado com lascas de trufas sobre purê de feijão branco com redução de carne trufada. A carne preparada no Thermocirculador - vejam no post de tecnologia na cozinha - proporcionou textura extra macia e delicadeza para compor as camadas com trufas, mas grande força no sabor!]


[Queso Trufado, um queijo de ovelhas português de sabor forte com trufas contrastava com o amargor da salada de rúcula]


[A explosão de chocolate, fritura crocante que envolve uma densa massa de chocolate acompanhada de sorvete, que troquei por chantili, senão minha alergia ia explodir era outra coisa]


E abaixo, alguns pratos que provei do cardápio do restaurante.

[Tartar de ostras con tomate de colgar, uma verdadeira pérola vermelha! Tomate cereja recheado de ostras temperadas, o mais forte sabor de mar que você vai experimentar em uma mordida (comparável a um 'gunkan de uni')! - R$ 20,00 a porção com quatro unidades]


[Crema de mangioquinha con caviar de sagú, a surpreedente textura lisa do creme coberto por bolotas de sagú aromatizadas com tinta de lula. Top hit no quesito 'comidinhas reconfortantes'. - R$ 16,00]


[Paella Marinera, com camarões, mariscos e lulas - R$ 45,00 por pessoa]


[Flavio entre os gêmeos Sergio e Javier Torres]

Há ainda outras opções atraentes como Coca de pan con tomate (R$ 8,00), Tartar de pescados con caviar de Cálix (R$ 15,00), Pimientos del Piquillo y bacalao (R$ 16,00) e as populares Batatas bravas (R$ 12,00), a picante batata espanhola. E você pode estar se perguntando como não passei mal comendo tudo isso? Prometo que um dia eu conto o segredo!


Restaurante eñe
Rua Doutor Mario Ferraz, 213 - Itaim - São Paulo
Festival de Trufas - R$ 280,00 por pessoa incluso Couvert especial, 5 pratos e sobremesa
O festival requer reservas antecipadas com Bruna ou Cinthia no tel. 0/xx/11/3816-0807

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h45

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Japa animado



Ainda não conheço o Restaurante Yamaai (Rua Julio Diniz, 158, pertinho da Bandeirantes - tel. 0/xx/11/3845-6923), mas já vi o site modernoso e agora o blog, cheio de animações como essa aí de cima. Divertido!

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h12

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A torre dos irmãos Torres



"Comes e Bebes" também é arquitetura! Afinal preciso fazer jus aos anos que passei cortando papel vegetal na era pré-CAD, kkkkk! Os gêmeos do eñe, Sergio e Javier Torres, preparam para os próximos meses a abertura de um novo restaurante, o Dos Cielos na Espanha. Será o primeiro em que os dois atuarão conjuntamente.

O restaurante será especilizado em tapas temáticas e ocupará uma das coberturas do futurístico prédio do Sky Hotel & Restaurant, com vista panorâmica da cidade de Barcelona e uma planta moderníssima, onde a cozinha será integrada ao salão sem divisórias, já pensou? Tudo possibilitado pelo eficiente projeto de exaustão que permitirá que fogões e mesas convivam pacificamente no mesmo ambiente.



O edifício, projeto do arquiteto francês Domenique Perrault (o mesmo da Biblioteca Nacional da França), é outro atrativo, com seu formato de 'celular deslizante' e deve ser um dos mais altos da cidade. Daí o nome Dos Cielos. E eu perguntei "mas por que Dos Cielos?" "Porque são dois irmãos, oras." Óinc! (E pior é que eu tô achando graça no título do post! Oinc, oinc!!!)

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h26

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Segunda chance



Se você não conseguiu assistir à aula de Tecnologia na Cozinha do chef Flávio Myiamura (do restaurante eñe) que rolou nesse mês lá na Escola Wilma Kövesi (Rua Cristiano Viana, 224, Jardim América - Tel. 0/xx/11/3082-9151), agora tem nova oportunidade na aula extra que será realizada no dia 17 de março, das 19h às 22h. Mas corra porque o curso foi super concorrido! Abaixo, uma rápida passada nos equipamentos apresentados.


Termocirculador ou roner: acoplado a uma caixa plástica, permite o cozimento ou banho-maria com controle de temperatura. Para cozimentos a baixa temperatura, o que evita a quebra das proteínas, por longos períodos que podem chegar a 24 horas como no caso de alguams carnes. Preserva a textura da carne crua.


Thermomix: uma máquina completa! Cozinha, resfria, moe, rotaciona em várias velocidades e ao contrário, o que permite fazer risoto. E pipoca, penso eu, adeus ao saquinho de microondas. kkkk! Seria o cruzamento de um liqüidificador com uma panela elétrica numa avaliação (bem) grosseira, mas os novos modelos até resfriam. Proporciona texturas mais lisas, o purê fica parecendo um aligot. Eu quero!


Gastrovac: cozimento e fritura a baixas temperaturas, com ausência de oxigênio, sem alteração da textura dos ingredientes. Permite a impregnação de líquidos em alimentos, como injetar cachaça na estrutura molecular das frutas e criar caipirinhas sólidas. Muito louco? Vá ao curso e prove as frutas, delírio!


Sifão: usado originalmente para a produção de chantili, permite a execução de cremes aerados e espumas e até uma inusitada 'maionese instantânea'. No curso você aprende a fazer uma deliciosa espuma doce de manga.

Os produtos são curiosos, mas o melhor é participar da aula e poder provar as delícias como o 'Turron yelado', uma sobremesa do eñe feita na Thermomix e os purês e as carnes, que são executados utilizando os processos convencionais e os novos equipamentos. A diferença no resultado final é impressionante!


[A disputa 'homem x Thermomix']


[Thermomix é o futuro!]


[O laboratório do Dexter?]


[Caipirinha sólida: frutas impregnadas de sabor]


[Platéia estrelada: Ana Soares, Maria Helena e Nina]

Escrito por Marcelo Katsuki às 08h48

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Manjar dos deuses


Saudade das receitinhas? 'Demorô', eu sei! Hoje tem doce! Não sei o que está acontecendo comigo, nunca fui chegado a sobremesas, mas minha gaveta agora vive lotada de doces e chocolates, acho que é má influência do Gui, meu super-assistente-chocólatra. Ou seria síndrome pré-Páscoa?

Bom, vamos lá. Apesar do aspecto absolutamente 'brasileirinho' do doce da foto, a receita é de Malabie, o doce árabe semelhante a um manjar, mas de textura mais leve e perfume de flor laranjeira, demais! Esses doces foram feitos na casa de campo lá em Visconde de Mauá, daí os copinhos vintage. Ainda adicionamos um topping extra de damascos frescos caramelizados, mas isso foi pra justificar a engorda, hehe.

Malabie

Manjar:
- 1/2 litro de leite
- 2 colheres (sopa) de Arrosina (deixa bem mais leve que a Maisena)
- 2 colheres (sopa) de açúcar
- 1 colher (sopa) de água de flor de laranjeira
- 4 pedrinhas de miski trituradas (tem em casas de especiairas ou empórios árabes)

Calda:
- 300 g de damasco seco
- 200 g de açúcar
- 1 litro de água

Modo de Preparo
Leve ao fogo a Arrosina misturada com o açúcar o leite até engrossar. Retire do fogo e junte as pedrinhas de miski e a água de flor de laranjeira. Coloque em tacinhas e resfrie.

Para a calda, deixe os damascos hidratando na água por uma noite. Pique e leve ao fogo com o açúcar até formar uma calda, se necessário, acrescente um pouco de água. Resfrie. Coloque a calda sobre o manjar e sirva.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h20

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Rap10


É uma tapioca? Uma panqueca? Um taco? Nada disso, é o Rap10 a nova coqueluche na cozinha lá de casa. Áfe, como eu gosto de uma novidade, até eu me canso de mim mesmo! O Rap10 é um pão-folha que você finaliza numa frigideira ou qualquer chapa quente. Dá para brincar de 'taquero', esquentar na chapa e rechear de chili com carne (só falta o gosto de maiz, claro), fazer cones com diversos recheios, panquecas com molho, sandubas e até sobremesas. Super versátil.


Tenho comido diariamente no café da manhã, mas não se iluda com a folha fininha: são 119 calorias por unidade (o que equivale a 3 fatias de pão light Nutrela). Ah, ontem eu fiz um 'wrap' e trouxe de lanche para a Folha. Como depois fui jantar em uma parrilla argentina, imagina o estrago. Quase não entro na roupa hoje! Preciso agora de um RapDiet, alguém conhece???

P.S.: Acho que engordei uns 3 quilos nas últimas semanas. Uma amiga que não me via há tempos comentou que eu não estava gordo, que eu estava era 'encorpado'. Adorei a sutileza do eno-comentário! Se bem que para um vinho ficar encorpado, ele precisa passar pelo processo de envelhecimento, né? Ai...

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h25

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Ciclo das Vinhas


Mais uma escola de vinho na cidade! Na terça-feira fui à inauguração da Ciclo das Vinhas (Rua Maria Figueiredo, 305, Paraíso - tel.: 0/xx/11/3284-3626), a escola da sommelière Alexandra Corvo. A inauguração bombou geral, mas deu para bater um papinho rápido com a Ale e a Carina Cooper. E dar algumas risadas regadas a um vinho de Castilla y León, a região da Espanha que visitei no ano passado, coincidência!


A simpática casa foi toda reformada e conta agora com uma ampla sala de aula no piso superior e um bar de vinhos com um agradável deck na área externa. Ideal para um papo informal acompanhado de queijos e um bom vinho selecionado na adega que fica no subsolo.


[Beleza pura: nossa enodiva Alexandra Corvo e a sommelière da Salton, Carina Cooper]

A escola oferece aulas únicas, de três horas, ou cursos mensais compostos por quatro aulas, uma por semana. Os valores das aulas variam entre R$ 120,00 e R$ 180,00, e os cursos entre R$ 450,00 e R$ 500,00. Veja a programação abaixo.



Além dos cursos, a escola conta com um biblioteca composta por mais de 300 títulos de mais de 10 países, bem como DVDs nacionais e internacionais sobre a cultura do vinho. Para beber e respirar toda a maravilhosa cultura do vinho. Já adotei, afinal fica perto de casa!


[A ampla sala de aula mais parece um loft. Quero morar lá!]

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h47

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Jantar chinês


O Ano Novo Chinês já começou mas a gente vai comemorar agora! Com um jantar no Restaurante Taizan (R. Galvão Bueno, 554 – Liberdade), meu chinês favorito não só pela maravilhosa comida mas também pelo serviço, com garçons treinados e até maitre, num ambiente bonito e super bem cuidado. Quem conhece já sabe. O jantar será no dia 1º de março, sábado, às 19h30 e faremos nas tradicionais mesas redondas giratórias no melhor estilo 'cozinha convivial chinesa', hehe.

O cardápio será com os pratos que eu mais gosto: os crocantes wontons fritos com molho agridoce, repolho salteado na wok com molho de missô especial, tofú defumado, carne e pimentões e o saboroso frango frito com molho de gengibre, essa maravilha da foto abaixo. Fechando, as tradicionais bananas carameladas!


O valor é o mesmo do último jantar (R$ 40,00 + 10% serviço) mas aqui não teremos harmonização com vinhos e sim caipirinhas de sakê com frutas! O preço também inclui água e refrigerante para quem não bebe saquê e é uma ótima oportunidade para conhecer a cozinha desse restaurante, se você considerar que só a entradinha de wonton frito custa R$ 43,00 a porção. Reservas com Elisa no telefone 0/xx/11/7672-6711, serão apenas 40 lugares. Ah, e claro, teremos o já tradicional sorteio de jantares, revistas, aulas de cozinha e outros brindes que eu conseguir até lá. Espero vocês!

Escrito por Marcelo Katsuki às 08h39

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Comendo no darkroom


[Olha o meu prato, pronto para cair da mesa!]


Divertido! Instigante!! Perturbador!!! Fui na segunda-feira ao blind dinner, ou 'jantar às escuras' que a Johnnie Walker Black Label está promovendo no Bistrô Charlô (Rua Barão de Capanema, 440 – Jardins - tel.: 0/xx/11/3088.6790). Salão à meia luz, máscaras em punho, o MC conta a história da padronagem de sua saia (ou melhor, kilt) e sua relação com o uísque e dá a largada.

A primeira etapa do jantar consistia em identificar os aromas de alguns copinhos que compõem o blend do uísque para depois detectá-los na bebida. Os primeiros minutos com os olhos vendados são até razoáveis, mas depois que o álcool bate e os sentidos começam a ficar comprometidos é que 'o bicho pega'.


[Marili, agitada: "Amanhã eu já terei esquecido que comi com as mãos, gente!" Kkkkkk!]


Minha vizinha de mesa, a Marili foi a primeira a sentir os efeitos. Ou pelo menos a expressá-los. Começou a falar alto, me deu uns empurrões camaradas, atacou a comida com a mão diante da dificuldade de lidar com os talheres e funcionou quase como um farol no meio da escuridão.

O Ivo passou boa parte do tempo tentando descobrir o que estava comendo; tocava, mordia, falava enquanto o Carlos gritava que estava com duas facas (e eu quase me corto tentando ajudá-lo a encontrar os garfos). Já a Ana identificava uma batata que eu não achei de jeito nenhum no meu prato. Pudera, ela comeu um prato diferente por motivo de restrição alimentar.


[E a Ana, cortando com a faca invertida, tadinha!]


Tentei comer normalmente. Mas a dificuldade para achar a carne e cortá-la num tamanho adequado para levar à boca foi infernal. Depois 'perdi' a carne no prato e não achei mais. Batia a ponta do garfo por toda a extensão do prato e nada. "Alguém tá brincando comigo? É pegadinha???" Faço algumas fotos sem a menor noção do que estou fotografando quando escuto a Marília gritar em outra mesa: "É você, Kats? Você está fotografando?" E inicia um diálogo com alguém que ela acredita ser eu. Que loucura!

A 'cegueira' me deu uma ansiedade estranha. Ao invés de aguçar meu olfato ou audição, me lançou num vácuo escuro onde os sabores pareciam desbotados. Para quem trabalha com cores, imagens e primeiro 'come com os olhos', foi uma experiência dolorosa, engraçado né? O prato parecia enorme escondendo os alimentos que eu não conseguia localizar, sem falar nas garfadas nos lábios, o queixo molhado de uísque pelo copo que não achava a boca, um desastre! Só não fiquei mais introspectivo porque de tempos em tempos recebia um 'empurrãozinho' da Marili, agitadíssima e animada com a experiência.


[Ivo 'botando a mão na massa']


No meio disso tudo meu celular toca. Sobe o nível de dificuldade! Tento resolver um problema na redação e passo a comer me esquecendo da preocupação com a degustação. Levo vários garfos vazios à boca (e alguns ao nariz, credo!), mastigo algo que me lembra um röstie mas com gosto de macarrão cru, geléia, daí termino.

Quando veio a sobremesa, surpresa! Dei algumas colheradas para identificar o sorvete e as frutas mascaradas pela calda de gengibre quando me lembrei da minha alergia ao sorvete! O estrago só não foi maior porque logo em seguida mandaram tirar as máscaras e eu pude atravessar o salão correndo - e de olhos bem abertos - em direção ao banheiro!

Quem quiser participar dessa inusitada experiência, tem ainda os dias 22 e 29/2, e 07/3, sempre a partir das 20h30. O preço é de R$ 90 por pessoa.
P.S.: Nem preciso explicar a qualidade das fotos, né? Fiz tudo usando minha super visão de raio-X!

Escrito por Marcelo Katsuki às 07h23

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Você conhece a nutrição biointegrativa?


Minha amiga Claudia Mathias tem um centro alternativo bacaninha em Nova York, o CEM - Center of Energy and Meditation e trabalha com Bio Energy Therapy and Health Counseling with Altenative and Food as Medicine e me mandou um textinho bastante interessante. A Clau já trabalhou na cozinha do "Casa" em NY e de alguns restôs de Londres, reviveu a carreira de designer com o Giovanni Bianco mas a loucura do 'Confessions Tour' fez com que ela se voltasse para as terapias alternativas. Hilário, né? Divido aqui o pensamento da Clau, ou Claudesse, como eu constumo chamá-la.

"Todo mundo fala de alimentação com sabor de gourmet com cheiros e sabores. Os nutricionistas falam da química e suas substâncias nutritivas, chefs criam e recriam usando cada alimento como tintas, facas como pincéis, e os pratos como suas telas. Eu nas minhas terapias bioenergéticas, uso o alimento como medicina e cada um dos meus clientes recebe uma prescrição especificamente para sua necessidade.

O alimento tem, assim como os cristais, seus fundamentos de muita riqueza energética, provenientes de sua fonte de luz e cor. Então podemos considerá-los verdadeiros geradores energéticos. Por isso devemos comprar alimentos orgânicos e não processados! Os alimentos sem produtos químicos ou agrotóxicos são como microcosmos vivos e saudáveis, agindo em nosso estado físico, psicológico, emocional e principalmente espiritual.

Aqui vão alguns exemplos:
- Alimentos vermelhos são anti-depressivos naturais;
- Os azuis, como o mirtilo (blueberries), são ótimos pacificadores e limpadores do nosso sistema nervoso;
- Os roxos são verdadeiros transmissores da energia negativa e restauram e reforcam a fé.
- A laranja aumenta o nível de energia e alto astral, e comê-la sem casca (mas com todo seu restante incluindo as sementes) pela manhã, 20 minutos antes do café, é um anti-depressivo e emagrecedor absolutamente maravilhoso.
- Os alimentos verdes são excelentes para o restabelecimento e o equilibrio psicológico e fisico (além de curar medos).
- Os amarelos para otimismo;
- Os azuis clarinhos curam as dores;
- O branco para atrair todas as energias e cores.

E para quem entende um pouquinho de astrologia pode usar seu instinto nesse sentido, e brincar de astrólogos, magos, santos e pintores culinários. Por exemplo: Terra = Touro, Virgem e Capricornio - os sábios da prosperidade .. assim como os grãos e raízes, que sabem ter os pés no chão.

Quando for comprar olhe, pegue e sinta a energia, cheire e deixe os alimentos e seu corpo trocarem informações e energia. E se um dos seus 6 sentidos não gostar de alguma coisa, respeite e fuja da comida!"
(Claudia Elisa Mathias)

E se você gostou do assunto e quiser falar com a super Claudesse, o e-mail dela é: clauelisa@nyc.rr.com

Escrito por Marcelo Katsuki às 17h10

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Três dicas selecionadas



A AK Delicatessen (Rua Mato Grosso, 450 - Higienópolis - tel. 0/xx/11/3231-4497), da premiada chef Andrea Kaufmann, oferecerá de 25 de fevereiro a 9 de março, sempre no horário de almoço, um menu completo pelo valor de R$ 25,00. O menu faz parte do evento "Restaurant Week" e traz como entrada, o borcht – típica sopa fria de beterraba e latkes, bolinhos de batata ralada e frita. O prato principal é o Spondre (costela bovina na panela à moda judaica) com arroz de lentilha e coalhada seca e de sobremesa, Crème brûlée de figos e mel. O AK Delicatessen foi eleito o restaurante do ano pelo Guia da Folha, tem um ambiente super agradável, vale a pena conhecer.






O bar Pirajá (Av. Brigadeiro Faria Lima, 64 – Pinheiros – tel. 0/xx/11/3815-6881) está comemorando 10 anos e passa a oferecer almoço durante a semana. No cardápio uma seleção de filés em corte alto com 220g, servidos em seis opções como as clássicas à cavalo e Oswaldo Aranha, e criações da casa, como o Pirajá (coberto com queijo camembert , farofa de alho e aliche – R$ 35) e o Café Lamas (filé salteado na manteiga francesa, acompanhado de presunto, palmito e petit-pois – R$ 33). Entre os 'Especiais do Dia', picadinho de costela (às segundas, R$ 23) e a feijoada da Tia Surica (R$ 38, para duas pessoas), às quartas e sábados. Para o seu almoço do trabalho ficar com cara de fim de semana!






O Ladrillo (Av. Pavão, 454 - Moema - tel. 0/xx/11/3562-6499) promove nesta quarta-feira, 20 de fevereiro, em parceria com a Expand, um jantar harmonizado com vinhos, a partir das 20h30. A degustação será comandada pela sommelière Anna Rita Zanier. O chef da casa, Alexandre Carvalho, apresenta Terrine de Salmão com mix de folhas ao vinho do Porto harmonizado com vinho chileno Trio Chardonnay; Polenta ao molho funghi secchi e o argentino Santa Julia Rosé e como prato principal, Ojo de Bife com molho chimichurri ou molho de jabuticaba e o argentino Altosur Merlot. De sobremesa, Panqueca de maçã harmonizada com o português Moscatel de Setúbal. O convite custa R$ 110,00 por pessoa e as reservas podem ser feitas pelo telefone acima.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h12

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Óleos e vinagres


No jantar de fim de ano do blog lá no Bucatini, o Maurício Henárias me deu esse livro: Óleos e Vinagres de A-Z. Eu adorei, traz a história, os tipos e suas aplicações além de receitas. Ensina até a fazer azeite aromatizado com trufas! Mas o mais bacana foi a dedicatória: "Você nos dá matérias deliciosas para ler o ano todo, nada mais justo que lhe dar algo para ler também." Legal, né?


O livro é da Anne Iburg e pode ser encontrado lá na Livraria Cultura. 300 páginas de informação com muitas fotos, inclusive das receitas, como a de Carpaccio morno de salmão com chanterelles e do Pesto de abóbora. Obrigado, Maurício!




Aproveitando o assunto, deixa eu avisar que o Orbacco Espaço Gastronômico (Rua Cuxiponés, 125 – Sumarezinho – tel.: 0/xx/11/3873-0098) fará no próximo dia 28 de fevereiro às 20h, uma palestra especial sobre azeites com Marco Antonio Guimarães. O curso vai apresentar desde a história até a análise da qualidade dos azeites, formas de produção e extração, as diferentes categorias existentes e suas qualidades terapêuticas. Serão degustados azeites da região mediterrânea como o Cretan Prince e o Jordan , da Grécia, o Cufrol Rosso e o Litaliano, da Itália, o Sardeiro o Da Terra Douro e o Fonte Mouro, de Portugal e Da Terra e Garcia Moron, da Espanha. Custo: R$ 50,00 por pessoa.

Escrito por Marcelo Katsuki às 09h21

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Doritos Dippas



Nossa cantina de volta com os 'porcaritos' que a gente adora! Para comemorar a chegada dos Doritos Dippas aos mercadinhos da cidade. Sim, porque haviam lançado apenas no interior do Estado mas as gôndolas do PDA já estão lotadas de Dippas. Além da 'tortilla' natural de milho (para mim muito melhor que a de queijo, enjoativa!) agora há dois molhos, um de queijo e outro de tomate com gostinho mexicano. Provado e aprovado. Nada mais prático para um get together de última hora com os amigos em casa!


Escrito por Marcelo Katsuki às 08h25

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Cozinha e cidadania



Nessa semana recebi um convite do Victor (da Quality Informática) para conhecer os jantares organizados pela Taurus Club Casa Verde na Creche Maria Dulce. Os jantares são realizados há mais de 33 anos na própria creche, que atende aproximadamente 125 crianças, com o objetivo único de arrecadar fundos para obras de infra-estrutura no local. Quem coordena a cozinha é o chef Mario Cordeiro.


A boa nova segundo o Victor é que nos últimos tempos houve uma adesão de chefs de cozinha que resolveram emprestar seu prestígio e seu trabalho para dar maior visibilidade ao evento. O Rodrigo Oliveira (Mocotó, foto abaixo) já fez alguns jantares e retorna agora em maio com um jantar nordestino. A sempre engajada Mara Salles (Tordesilhas) realizará um jantar brasileiro em agosto. O Jefferson Rueda (Pomodori) e o Victor Vasconcelos (Beco do Bartô) já estão na fila aguardando data.


O trabalho do grupo é transparente. No site da creche você pode conferir os gastos e a receita gerada em cada jantar e as fotos. Além da comida, há sempre um show com músicos para garantir a diversão. Quer participar? Dia 1º de março tem festa! Os telefones para compra de convites são 0/xx/11/3952-0956 e 3966-0658. A creche fica na rua Jaguaretê, 172, na Casa Verde. Uma grande iniciativa que poderia muito bem se espalhar por todo o país, não é mesmo? Fazer o bem faz bem!


Próximos jantares da Creche Maria Dulce
01/03 - jantar árabe - Fátima Freitas - Senac
17/05 - jantar nordestino - Rodrigo Oliveira - Mocotó
05/07 - jantar Mineiro - Ilmar - Casa Cheia (BH)
30/08 - jantar brasileiro - Mara Salles - Tordesilhas
22/11 - comida de buteco - Gloria e Gelson - A Lapinha

Escrito por Marcelo Katsuki às 08h58

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Menu

Fiquem com nosso cardápio de atrações!



Os hotéis Sofitel Rio de Janeiro e Sofitel São Paulo receberão o renomado mestre cozinheiro da França, Jean Soulard, que é Chef Executivo do tradicional hotel Fairmont Le Chateau Frontenac, em Quebec para o "Festival Gastronômico do Canadá". Esse festival acontecerá no Sofitel Rio de 20 a 23 de fevereiro e no Sofitel São Paulo de 26 a 28 do mesmo mês. Dentre as opções, Tartare de vieiras enrolado com salmão defumado; Fricassée de lagosta com especiarias e figos com risoto d´épautre e Bombom crocante com framboesas ao molho de Cointreau. Para informações e reservas no Rio 0/xx/21/2525-1206 e em São Paulo 0/xx/11/3201-0800.








A Escola Wilma Kövesi de Cozinha (Rua Cristiano Viana, 224, Jardim América - tel.: 0/xx/11/3082-9151) preparou para o dia 25 de fevereiro uma aula com a chef Carole Crema de técnicas e receitas de ovos e bombons para a Páscoa. O curso abordará o processo de temperagem (derretimento e resfriamento que permite que o chocolate seja trabalhado e obtenha brilho); a identificação e o uso dos chocolates e receitas, como as de ovos fatiáveis, ovos recheados com cascas pintadas, marmorizadas ou bicolores e bombons maciços e recheados, como o praliné de gianduia. O curso é destinado a iniciantes que querem investir na venda de ovos ou presentear amigos.






De 25 de fevereiro e 9 de março acontece o São Paulo Restaurant Week, evento que conta com restaurantes selecionados pelo crítico gastronômico Josimar Melo, tais como o AK Delicatessen, La Risotteria, Lola Bistrot, Obá, Thai Gardens e Trindade. Todos os estabelecimentos do SPRW 2008 criaram menus personalizados com preços promocionais para o almoço (R$ 25,00) e/ou jantar (R$ 39,00). Ótima oportunidade para conhecer as casas participantes pagando um preço amigo. Clique aqui para ver a lista completa e os menus de cada restaurante.






Quem for ao restaurante Konstanz (Avenida Aratãs, 713 - Moema - tel. 0/xx/aa/5543-4813) no happy hour, entre 17 e 20 horas, poderá comer à vontade cinco tipos de petiscos alemães, a começar pelo exclusivo bolinho de cerveja, pastéis de carne e queijo provolone, salsichão grelhado, croquete de carne e canapés variados. O preço do rodízio é R$ 19,90. (foto: Tadeu Brunelli)






O bar e restaurante Prainha Paulista (Al. Joaquim Eugênio de Lima, 555 - tel. 0/xx/11/3284-6345) acaba de lançar o “Festival do Filé Mignon”, que vale para o horário do almoço de segunda à sexta-feira. O cliente paga R$ 17,90 e tem direito a escolher uma das sete opções de filé da casa, uma das quinze opções de molhos, uma porção de arroz e mais um acompanhamento. As opções de filé mignon do festival são as seguintes: grelhado, grelhado mal passado, grelhado em tiras, à milanesa, à milanesa em tiras, à milanesa recheado com espinafre e ricota; e em medalhão com bacon.





A Utilplast inaugura nova unidade no Itaim no dia 18 de fevereiro na rua Mário Ferraz, 507. A loja dos Jardins é um verdadeiro paraíso das utilidades domésticas e a nova loja, no Itaim, terá 3 andares e uma cozinha especialmente projetada para oferecer cursos e eventos. São 260 metros quadrados com artigos para a casa que incluem produtos para organização, como capas para roupas, cabides, divisores para gaveta, caixas organizadoras, além de toda a linha de produtos para cozinha e eletrodomésticos.






O InterContinental São Paulo (Al. Santos, 1123, Cerqueira César - 0/xx/11/3179-2555) recebe os chefs Shoji Nasuno e Kei-ichi Seki (foto), ambos do InterContinental Yokohama The Grand para o "Festival Gastronômico Japonês" que acontece de 22 de fevereiro a 1º de março, no restaurante Tarsila do chef Marcelo Pinheiro. O serviço será em buffet, formado por 12 variados métodos de preparo e mais de 40 opções de pratos ao preço de R$120,00 por pessoa, com uma dose de sakê inclusa. Além da gastronomia, a música instrumental japonesa fará parte do festival, com apresentações diárias de kotô (instrumento de cordas), taikô (instrumento de percussão) e shinobuê (flauta transversal de bambú).





Alô 'vodka lovers'! A Cîroc, primeira vodka feita de uvas no mundo, está lançando um cooler feito em aço inox e revestimento interno de neoprene, material ideal para manter a temperatura. A edição limitada de Cîroc estará nas lojas até o fim de abril nas melhores delis do Brasil como Empório Santa Maria, Santa Luzia, Empório VIP, entre outros. Preço médio: R$ 140.






Nos dias 28 e 29 de fevereiro, Simon Tress, um dos mais conceituados chefs de cousine apresentará a diversidade e riqueza da gastronomia alemã no Restaurante Canvas (Av. Das Nações Unidas, 12.901, Torre Leste - Brooklin Novo) do Hilton São Paulo Morumbi como parte do Kulturfest - Estação Alemã 2007/8. Simon Tress é especialista em preparar pratos refinados “a la minute” na Alemanha e é a terceira vez que vem ao Brasil. Ele já participou de dois festivais de Gastronomia Alemã em Brasília, em 2006 e 2007. O restaurante Canvas preparou um jantar na quinta, dia 28 de fevereiro e almoço e jantar na sexta, dia 29. Informações pelo telefone 0/xx/11/6845-0055.






O Restaurante Fillipa (Rua Joaquim Antunes, 260 – Jardim Paulistano - tel.: 0/xx/11/3083-3868) lança sorbets (R$ 9,90) leves e saborosos nos sabores melão cantaloup, manga, goiaba e framboesa com Champagne criados pelo chef Renato Lopes, que divide o comando da cozinha com Ina de Abreu, também proprietária do Mestiço. A outra novidade da casa é a Salada Primavera (R$ 30,00 como entrada e R$ 52,00 como prato principal), preparada com camarão grelhado e vem acompanhada de três molhos: agridoce de laranja, tártaro e azeite com ervas. O Filipa já conta também com serviço próprio de delivery e compreende algumas localidades dos bairros de Alto de Pinheiros, Sumaré, Itaim Bibi e Jardins.






O restaurante Wraps (Rua Oscar Freire, 206, tel. 0/xx/11/3562-0420 e shoppings Pátio Higienópolis, Morumbi, Jardim Sul, Villa-Lobos, Eldorado, Pátio Paulista, Center 3 e Shopping Leblon no Rio de Janeiro) acaba de colocar em seu cardápio novidades criadas pela chef Carole Crema. São dois novos wraps: o Carioca com peito de peru e abobrinha grelhada e o Californiano, com gife de peito de peru e tomate assado e quatro smoothies como o Paquetá, com clight de abacaxi, hortelã, laranja e abacaxis batidos com sorbet de limão, ideal para repor as calorias na estação mais quente do ano.

Escrito por Marcelo Katsuki às 01h26

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Um quilo retrô



Comer no centro da cidade é um desafio diário para quem trabalha aqui. A gente está sempre buscando novas alternativas para renovar o cardápio, comer nos mesmos lugares cansa! E nessa busca diária acabei conhecendo o Kilo do Lord (Rua das Palmeiras, 78 - Sta. Cecília/SP - tel.: 0/xx/11/3225-0022). O restaurante fica bem na esquina da Palmeiras com a Helvétia, a três quadras do jornal, mas tem que cruzar a av. São João, o que confesso, me dá uma ligeira preguiça, hehe.



O restaurante pertence ao hotel Lord Palace, tem uma decoração datada com papel de parede forrado de jarros combinando com as cortinas, lustres antigos, desníveis no piso e uma clientela eclética: de senhorinhas a estudantes (ali perto fica a Hotec), executivos e moradores da região. O ambiente silencioso destoa da confusão do lado de fora, é quase um oásis de tranqüilidade diante da caótica e barulhenta rua das Palmeiras.



O bufê (R$ 28,50 o quilo) é bem caprichado, acima da média dos 'quilos' da região, com muitas opções de saladas e carnes bem apresentadas e há dias temáticos. Na sexta-feira, por exemplo (dia em que fiz as fotos) havia um bufê de comidas árabes com charutos de uva, kibes e saladas como tabule e fatouche muito bem feitos. Um carneiro super macio e um mussacá perfumado de especiarias me fizeram repetir o prato!



No outro dia em que voltei lá (já fui quatro vezes para me assegurar que é bom mesmo) havia um bufê com comida nordestina também feito com capricho e bem apresentado. Os sucos naturais custam R$ 2,50 e as sobremesas, simples como doce de banana, creme de baunilha, pudins ou gelatina, são gratuitas. Já comi o doce de mamão e o arroz doce e adorei. Experimenta.

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h00

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Picadinho no pão


[Picadinho em duas versões: no prato e no pão]


Ontem dei uma rápida passada no Athaliba Bistrô para provar a novidade da chef Elsie Siciliano: o 'Athaliba na França'. A chef adaptou seus famosos picadinhos para uma versão no pão francês, que podem ser conferidos no bistrô depois da 15h, já que ele não fecha à tarde.


[A chef nos banquinhos do novo espaço da casa]


São cinco opções: tradicional (com saladinha e pastel), gruyère, mostarda, curry e rosée, todos nas versões com filé mignon ou frango. É o mesmo picadinho preparado na ponta de faca, mas aqui como recheio do crocante pãozinho e pela metade do preço: R$ 9,80 (o picadinho no almoço custa R$ 19,50).

O primeiro salão foi até remodelado com um balcão para lanches rápidos, mas a minha dica é o terraço, todo verde e florido, sob o toldo que protege do sol e dessa chuva forte que tem caído nos finais de tarde na cidade. Vale a pena conhecer, o Athaliba é um dos meus cantinhos favoritos, sempre!



Athaliba Bistrô
Al. Campinas, 1299 (quase esquina com a Lorena) - Jardim Paulista
Tel.: 0/xx/11/ 3052-2216

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h01

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Murakami e sua Kappo Cuisine



O chef Murakami está de volta - e em grande estilo! A reabertura do restaurante Kinoshita nesse mês está em todas, é o talk of the town! Ainda bem, já estava cansado de responder e-mails de leitores pedindo informações. E novidadeiro que só, Murakami trouxe um novo conceito para a cidade, o da "Kappo Cuisine".

Mas que raios é a "Kappo Cuisine"? Simplificando, trata-se de uma versão mais informal do 'Kaiseki', a refeição tradicional japonesa em seu mais alto grau de sofisticação, mas aqui com atendimento no próprio balcão. A 'Kappo', como é mais conhecida, alia técnicas e produtos tradicionais japonesas a ingredientes ocidentais preservando sua preocupação com a estética minimalista e utilização de produtos da época, para garantir maior frescor. Nada a ver com a cozinha fusion, mas há quem chame de 'Cordon Bleu cuisine' em referência à escola francesa. Compliquei? Melhor ir lá conhecer, né?


[Balcão: visão privilegiada]


O ambiente é de bom gosto e totalmente desprovido de ornamentos, apenas o necessário como as belas luminárias sinuosas penduradas no teto, visíveis desde a chegada ao restaurante, ainda na rua. O balcão é amplo e é sem dúvida o melhor lugar para passar a noite deliciando-se com as criações do chef e vendo todos os pratos serem finalizados, mas há mesas.


[Quem estava acostumado com o antigo Kinoshita vai sentir uma grande diferença, a começar pelo ambiente]


Os menus de degustação custam R$ 180,00 ou R$ 230,00, mas você pode montar o seu próprio, de acordo com a sua preferência e com o seu bolso, claro. Minha idéia era montar um menu interessante e econômico, mas tudo é tão instigante que depois de algumas tacinhas de espumante 'baixou o magnata' e saí pedindo tudo o que via. Agora tô aqui só esperando a ligação da gerente do meu banco, uih!

A seguir, as minhas escolhas da noite.


Hiyayakko Salad (R$ 16,00), o levíssimo queijo de soja coberto com salada japonesa que inclui 'miyoga', o que confere um sabor todo especial.O molho, cítrico e refrescante é o grande trunfo do sabor.


Sea Food Missô Cream (R$ 29,00), camarão, vieira e polvo com creme de missô que equilibrava acidez e doçura. Uma verdadeira escultura.


Nametake ao Limão (R$ 15,00), micro cogumelo japonês e quiabo fatiado servido no 'copinho' de limão, que acentuou o frescor do prato com sua acidez. Apesar de minúsculo, um dos pratos mais interessantes e surpreendentes ao paladar.


Atum e Foie Gras (R$ 29,00) ao molho teriyaki, a combinação matadora que encontra seu equilíbrio na doçura do molho teriyaki. Crash de temperaturas, texturas e sabores.


Sushi Moriawase (R$ 50,00), sete unidades com peixes variados. Gostei, mas me arrependi de não ter pedido em duplas, daí provava outros peixes mais inusitados e até o sushi de 'kobe beef' a carne marmorizada de gordura.


Kaki Fry (R$ 30,00), crocantes ostras empanadas com mini salada e molho.


Kinoshita Udon (R$ 45,00), com Kakiague tempurá. Massa fresca em um molho especialíssimo, onde o rico sabor do kombu (alga) aparece quase concentrado.


Beef Katsu Especial (R$ 38,00), rolete de filé mignon à milanesa empanado com uma espessa camada o que deixa a carne crua no meio. Além do molho, acompanha pasta de mostarda japonesa que se harmoniza com a carne crua.


[No acesso ao bar: o primeiro degrau é uma pedra, isso quer dizer que o difícil é dar o primeiro passo? Momento tao-filosófico pós-drinque!]



[Montagem do Sea Food Missô Cream junto ao balcão]


Restaurante Kinoshita
Rua Jacques Felix, 405 Vila Nova Conceição - São Paulo
Tel. 0/xx/11/3849-6940

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h37

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Quanto você gasta no almoço?


Depende do lugar, né? Mas meu almoço nunca sai por menos de R$ 12,00 ou mais do que R$ 18,00, e a economia é para compensar os desatinos noturnos. A Assert (Associação das Empresas de Refeição e Alimentação Convênio para o Trabalhador) divulgou hoje uma pesquisa informando que almoçar fora de casa custa em média R$ 14,87 para os brasileiros. Tô na média!

Para minha surpresa, as duas regiões com preços abaixo da média nacional são a Sudeste (R$14,52) e a Sul (R$ 12,68). Já se você mora na região Centro-Oeste, esse valor sobe para R$ 19,05. E você, está tendo que completar seu ticket? Clique aqui para ler a matéria.

Escrito por Marcelo Katsuki às 14h37

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Programe-se



De 29 de fevereiro a 4 de março acontece a ABUP Show, uma grande feira que traz as novidades e tendências no segmento de decoração, utilidades e presentes. São produtos nacionais e importadas e a feira é restrita a lojistas e profissionais do ramo. Local: Centro de Convenções Frei Caneca
Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – 4º, 5º, 6º e 7º andares. Maiores informações pelo tel: 0/xx/11/3881-2287






A Chef Cris Maccarone, do Madame Aubergine Atelier Escola de Cozinha, preparou uma aula com um cardápio hidratante e desintoxicante para quem quiser se reuperar dos excessos do Carnaval "ou simplesmente para quem busca uma alimentação saudável, muito apropriado nas altas temperaturas do verão", diz Maccarone. A será demonstrativa, com degustação e acontece no dia 12 de fevereiro a partir das 19h30. Investimento: R$125,00. Endereço: Rua Carla, 25 - Itaim Bibi – tel.: 0/xx/11-3168-7389




O Grand Hyatt São Paulo (Avenida das Nações Unidas, 13.301 - S.Paulo - tel. 0/xx/11/6838-1234), sendo uma rede norte-americana, tem por tradição celebrar no mundo inteiro o Valentine’s Day. A data romântica acontece no dia 14 de fevereiro quando os casais poderão desfrutar de um exclusivo menu de seis tempos, criado pelo Chef Laurent Hervé, no restaurante francês Eau. A produção inclui: músicas românticas, velas e pétalas de rosa. O jantar custa R$ 400,00 para o casal e acompanha uma garrafa de Champagne Legras & Haas.






A Cervejaria Devassa São Paulo (Alameda Lorena, 1040, Jardins - Tel: 0/xx/11/3083-4470) elaborou um menu especial à base de pimenta para homenagear o mês mais quente do ano. O cardápio inclui sugestões de entrada, prato principal, drink e sobremesa à base de pimenta, e ficará disponível na casa até o mês de março. Entre as dicas estão a "Pimentinha", exclusiva receita de croquetes de carne apimentados (10 unidades) R$17,80 e o "Devassadão", costelas de porco marinadas, acompanhadas de anéis de cebola empanados e molho barbecue a R$22,90.






Na Viandier Escola de Gastronomia (Alameda Lorena, 558, Jardins) você vai aprender a preparar paella e fideuá, tudo regado com uma deliciosa sangria. A aula acontece no dia 12 de fevereiro, terça-feira, a partir das 19:30 com o chef Carlos Ribeiro que trabalhou no restaurante La Corunã. No cardápio, Paella Valenciana; Fideuá de frango com legumes e Torta de Santiago. Aula prática com apostila e jantar degustação, valor R$ 150,00. Para maiores informações ligue no telefone 0/xx/11/3057-2987.






A Di Roma Chocolates Artesanais e Doces Personalizados (Rua Nova Jerusalém, 1131 - Tatuapé – tel. 0/xx/11/6193-3871) apresenta a sua linha de ovos com estampa de oncinha, zebra e outros bichos. Sua amiga que adora Roberto Cavalli vai pirar, mesmo se ela estiver de dieta, hehe. A Páscoa tá chegando!!!




O sommelier Manuel Luz apresenta em dois encontros o curso Fundamentos da Degustação onde são abordados os princípios que regem uma boa degustação de vinhos. Os aromas, os sabores, a textura, os copos, a harmonização serão alguns temas abordados. As aulas acontecem nos dias 21 e 28 de fevereiro e acompanham apostila. Serão servidos 5 vinhos por encontro, todos de qualidade, sugeridos pelo sommelier. Preço: R$ 215,00. Endereço: Avenida Dr. Arnaldo, 1318, Sumaré. Mais informações com Margarida ou Mário pelo telelfone 0/xx/11/3873-3179.






De 8 de fevereiro a 31 de março o Mexilhão, tradicional casa da Bela Vista especializado em peixes e frutos do mar, realiza o festival "Mini Sete Mares", com pequenas porções grelhadas de atum, salmão, badejo, lagosta, polvo, lula e camarão. O menu degustação custa R$32,00 e será servido no almoço e jantar. O restaurante fica na rua Treze de Maio, 626 – Bela Vista, telefone 0/xx/11/3263-0135




O Cordel Restaurante (Rua Aspiculeta, 471, Vila Madalena, tel. 0/xx/11/3375-0471) está promovendo até 2 de março um festival de bebidas especiais, cuidadosamente harmonizadas com os deliciosos petiscos da casa. Uma sugestão é o "Coco de roda": - Caipirinha de maracujá, limão e manjericão (R$ 12) harmonizado com Camarões crocantes com coco e molho de acerola picante(R$ 19,80); outra é o "Frevo": - Caipirinha de maracujá, limão e caju (R$ 12) e Bolinhas de queijo do reino crocantes por fora e cremosas por dentro (R$ 16).






E se você ficou afim de um "Wine cooler" como esse que eu comprei naquela viagem, saiba que a Tocave está lançando quatro modelos que podem ser usados para uma ou duas garrafas de vinho e uma de champagne, além de ter a função de resfriar ou aquecer em um mesmo aparelho. Todos foram fabricados com o exclusivo sistema de refrigeração eletrônica e-freeze, que foi desenvolvido nos EUA e permite controlar a temperatura do produto sem utilização de um compressor. Mais info: www.tocave.com.br - SAC: 0800-7707666.






Refresque o seu verão com o festival de caipirinhas que o Central Moema (Avenida Sabiá, 733, Moema - tel. 0/xx/11/5052-7625) apresenta até o fim da estação, durante o happy hour. São caipirinhas de frutas vermelhas, jabuticaba, carambola, melancia com maracujá (R$12,50 cada) além de drinques com o Drinque da Casa com vinho branco, suco de laranja e cassis (R$11); o B-52 com licor de café, Bailey´s e Tequila (R$13); Sex on the Beach (R$10,90), entre outros. O bar é comandado pelo Mestre Soares oriundo de bares como o Pirajá e o Original.

Escrito por Marcelo Katsuki às 17h40

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Panqueca musical


[Divertido! Dica da minha amiga Jan!]

Escrito por Marcelo Katsuki às 14h51

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A cozinha do futuro


Quando minha mãe ganhou seu primeiro microondas foi a maior festa lá em casa. Nem a água quente pro chá escapava do 'rodízio no prato giratório iluminado'. Aliás, era o que mais a gente fazia, já que a comida em si nunca chegou a empolgar por mais fascículos de "Cozinhe com Microondas" que minha mãe colecionasse. Sem contar a minha desconfiança de que aquela 'máquina do demo' poderia fazer comida radioativa. Que loucura.

Hoje o microondas é usado com parcimônia, mais para esquentar pratos e fazer pipoca e menos para ferver água. Alguém disse que ele 'tira a alma dos alimentos' e eu acreditei. Talvez isso explique minha cautela diante de todo esse maquinário que surgiu para revolucionar a gastronomia. Sifão, Termocirculador, Gastrovac, Thermomix, nomes tão científicos que mais lembram o laborátório do Dexter e superam a cozinha dos Jetsons.


[Thermomix, Termocirculador e a famosa Gastrovac]


Novas tecnologias sempre me instigam por isso resolvi assistir à aula “Tecnologia na Cozinha” do chef Flávio Myiamura (do restaurante Eñe) no dia 11 de fevereiro lá na Escola Wilma Kövesi (Rua Cristiano Viana, 224, Jardim América - Tel. 0/xx/11/3082-9151). Quem participar vai conhecer essas novas técnicas e métodos de transformação dos alimentos com obtenção de diferentes texturas, como fazer alimentos impregnados de sabor e até a famigerada 'espuminha' que os chefs adoram colocar em seus pratos. Já separei o caderninho, ops, o Palmtop para anotações. Vamos lá?

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h01

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A cozinha do futuro 2

Numa breve pesquisa na rede, acabei achando alguns equipamentos e cozinhas que merecem uma rápida olhada. Rapidinho.



[The Podium II: bancada multifuncional móvel que vem até com display de consumo de energia de cada equipamento. Isso sim é cozinha-show!]



[Bongo, da Emme Group. Mais simplezinha com queimadores a gás. O carrinho de pipoqueiro do século XXII]



[Olha a elegância dessa proposta da Cocina. As cores do pós-guerra estão de volta! Mas esse tapete... Imagina o melequê que iria ficar quando eu fritasse um ovo! Ai que pobre]



[Módulo fixo da Molteni Podium IV, com coifa. Tão sci-fi que dá até para imaginar um corpo sobre o balcão sendo teletransportado. Ou sendo estrangulado nu pela coifa se fosse "torture porn" - li na Ilustrada que tá na moda]




[E eu com um Bongo Wine desses, com controle independente de temperatura, ao lado da cama? Não levantava nunca mais, ia ficar só no tin-tin. E depois alguém que resgatasse o corpo]

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h38

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Etiqueta à mesa japonesa



[Ilustração: Rodrigo Minêu]

Quem nunca passou por algum apuro em restaurante japonês que atire a primeira pedra! Eu sempre tive dúvidas, muitas já esclarecidas pela professora Lumi Toyoda em suas palestras. Por exemplo: o oshibori, aquela toalhinha que vem fumegante no inverno e geladinha no verão, a gente pode passar no rosto? Morro de vontade!!! E a decoração do prato com pássaros de nabo e flores de cenoura, posso comer ou o sushiman pode ter um piripaque? Reuni alguns tópicos abaixo, sem a pretensão de dar aula de etiqueta, por favor, apenas comentando coisas que aprendi ao longo desses anos de 'papa-sushi' e que achei interessantes. Mas na dúvida, já sabe: use o bom senso, sempre a melhor saída.

- Na chegada: você chega e lá do fundo gritam, "Irashaimassêeeee!!!". Não precisa ficar desconcertado tentando responder ou repetir a frase. São as boas-vindas, basta acenar com a cabeça e se acomodar.

- O oshibori (a toalhinha). É para limpar as mãos e se reconfortar, por isso vêem quente no inverno e frias no verão. No Japão os comensais passam no rosto, aqui não é comum mas se você estiver afim de dar aquela 'refrescada', faça como eu: disfarça e passa (tipo 'relaxa e goza!').

- Ohashi: se não souber usar os 'pauzinhos', pode fazer a pinça usando um elástico, por isso as pontas das hastes são chanfradas (ou compre isso aqui).
- Se for para comer sushi, pode pegar com as mãos, não tem problema. Mas você deve engolir o naco de uma só vez, nada de mordiscar, sushi não é coxinha.
- Os hashis nunca devem ser 'espetados' na tigela do arroz e nem apoiados sobre as mesmas. Devem permanecer na mesa, sobre apoios específicos para esse fim. Se quiser ser mais preciso ainda, sempre paralelos à borda da mesa, nunca na perpendicular. Apontar um hashi pro sushiman então é pedir para levar uma facada, falta de respeito total.
- Tem gente que fala gesticulando com o hashi na mão como se fosse um cigarro. Imagine a cena com um garfo na mão. É tão feio quanto. Mas tem coisa pior: ficar chupando a ponta do hashi, credo, ninguém lambe a ponta da faca, né?
- E já viu gente esfregando um hashi no outro após tirar da embalagem como se estivesse afiando uma faca? Isso também é horrível, indica que você considera o hashi daquele restaurante de baixa qualidade.

- O missoshiro (sopa de pasta de soja) deve ser tomado (e se quiser fazendo barulho!) com a tigela diretamente na boca. Jamais use uma colher, pode usar os hashis para misturar seu conteúdo, que costuma se depositar rapidamente no fundo da tigela.

- Sushi: o maior erro é a famosa 'piscininha de shoyu'. Cheia de wasabi (raiz forte) diluída então, é a visão do apocalipse pro sushiman! O shoyu deve ser usado com parcimônica e o wasabi aplicado apenas sobre a peça a ser comida. O ideal é que no final da refeição, o pratinho de shoyu esteja tão limpo como antes de ser usado. Parece loucura mas é isso mesmo.

- As bandejas de sushi vêm repletas de enfeites de pepinos, nabos e cenoura além de folhas de shissô intercalando fatias de peixe. Pode parecer só decorativo, mas há uma grande finalidade: os legumes ajudam a regularizar os índices de ácido úrico que a ingestão de peixes provoca no organismo, principalmente o pepino e o nabo. Por isso mesmo eu como tudo. Já as folhas de shissô são alcalinizantes e possuem ação anti-séptica, o que é bastante desejável em se tratando da ingestão de alimentos crus.

- As tigelas com arroz e alguns cozidos podem ser levadas próximas à boca durante as refeições, não é feio. Isso até ajuda quem não tem firmeza no uso do hashi.

- Saquê: o tal do salzinho na borda é modinha brasuca mas tá valendo pela informalidade mesmo. Mas para um ótimo saquê, jamais coloque sal.
- O saquê também não deveria ser servido com sushi. Sushi deve ser degustado com chá, mas como não somos tão ortodoxos, comemos até com caipisakê, quer hibridismo cultural maior que esse?
- Antes de se servir de saquê você deve primeiro servir o seu acompanhante. E se for japonês, servir sempre com a mão direita. Servir com a mão esquerda indica que seu acompanhante é um inimigo, embora nesse caso você nem o serviria, hehe.

- Os 'teishokus', seleção de vários pratinhos com sopa, arroz, picles, peixes e cozidos, são refeições individuais mas em alguns restaurantes são tão grandes que podem ser divididos. Não hesite em pedir arroz ou missoshiro extra (cobrado à parte) nesse caso.
- Não há uma regra para a seqüência dos pratos, mas geralmente se começa com o sashimi (peixe cru). Depois entram os pratos quentes e o ideal é optar pelas frituras para evitar que elas esfriem e percam a crocância. Tempurá frio é um erro, já me disse uma amiga.

- As sobremesas japonesas, geralmente feitas com feijão, são sempre pouco doces, exceto loucurinhas como 'tempurá de sorvete'. Mas vão super bem com o chá japonês, que além de leve é ótimo para a digestão.

- Na hora de ir embora, seja lá o que você ouvir deve ser um "obrigado", então vale a dica da chegada: apenas acene levemente com a cabeça em sinal de reverência pela hospitalidade e vaze!

Quer mais? Tem um vídeo muito engraçado que postei certa vez aqui e que brinca com a etiqueta japonesa. Divirta-se.

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h58

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Desce e reanima


Sempre me pergunto por que quase todo drinque para curar a ressaca leva pimenta. É a última coisa que eu pensaria em jogar no meu estômago maltratado! Alheio à essa preocupação, o mestre Derivan (do Esch Café) dá a receita de seu Bull Shot (ou "levanta defunto"), o drinque para curar a ressaca dos foliões e que ainda leva vodca! É pra curar a ressaca ou pra ficar mais doidão, hehe?

Bull Shot (“Levanta defunto”)
- 40 ml de vodca
- 100 ml de consommé (caldo de carne)
- Sal, pimenta vermelha, molho inglês, suco de limão a gosto.
- Palito de salsão ou cenoura para decorar .

Preparo:
Em um copo long drink, acrescente 3 pedras de gelo , coloque os ingredientes e misture bem.
Decore com o legume.




Agora, se você busca uma alternativa mais leve, prove o Chá de maçã com gengibre. A maçã é conhecida por seu poder antioxidante além de ser rica em vitaminas. Ou vá de Chá de abacaxi com capim-santo: sacia e ajuda a repor as energias. Dá pra se jogar animado na última noite!

Escrito por Marcelo Katsuki às 13h00

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Churros de saquinho


A 'Cantina' está de volta! Pensou que tinha acabado? Nunca! A gente adora comer 'porcaritos'!!! Por isso quase fui ao delírio quando vi esses "Mini Churros" na gôndola do mercado. Adoro churros, até já dei a minha receita aqui (foto abaixo).

Mas a alegria durou pouco... Ao abrir o pacote, o cheirinho de canela e açúcar impera mas o formato de 'amendoim' e a textura e o sabor de salgadinho de milho em nada lembram o doce. Pena. Próximoooo!!!


Ficou com vontade? Clique aqui para ver a minha receita de churros.

Escrito por Marcelo Katsuki às 12h03

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Mexidinho da Paraíba

O Mexidinho da Paraíba fez uma legião de fãs por onde passou com sua combinação deliciosa de carne suína, cachaça e manteiga de garrafa. Vocês pediram as receitas da viagem ao Nordeste, essa é a primeira. Aproveitem!



Mexidinho da Paraíba
Chef Carlos Ribeiro

Ingredientes:
- 200g de feijão verde ou de corda cozido na água e sal
- 150g de arroz cozido na água e sal
- 150g de jerimum em cubos cozido na água e sal
- 100g de queijo de coalho em cubos
- manteiga de garrafa o quanto baste
- 4 dentes de alho picados
- 1 cebola roxa grande
- 4 colheres de sopa de cachaça
- 600g de lombo suíno em cubinhos
- coentro
- sal
- pimenta dedo de moça

Modo de Fazer:
Numa panela coloque a manteiga, a cebola picada, a pimenta e o alho e deixe dourar. Em seguida frite o lombo suíno em cubinhos em fogo baixo. Ao final coloque a cachaça e deixe evaporar e reserve. Nesta mesma panela acrescente o feijão, o arroz, o jerimum e refogue bem. Acrescente o queijo de coalho (e se quiser mais um pouquinho de manteiga de garrafa) e misture bem rápido. Corrija o sal, junte o coentro e tampe a panela por uns cinco minutos. Está pronto para servir.

Escrito por Marcelo Katsuki às 17h08

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Tarsila e Iemanjá


[Iemanjá da Daqui do Brasil]


O Restaurante Obá festeja o Carnaval com uma homenagem a Iemanjá, cujo dia é comemorado amanhã, 2 de fevereiro. A casa oferece até essa segunda-feira um menu com pratos como a Saladinha de feijão de corda al dente com palmito, manga e tempero refrescante (R$15,90) e o Robalo desejo assado e acompanhado de vatapá cremoso e banana frita (R$ 44,50 foto abaixo) além de pratos baianos de outros festivais. O Obá fica na Rua Melo Alves, 205, nos Jardins.



Já no dia 14 de fevereiro (às 19h30) o Madame Aubergine Atelier Escola de Cozinha (Rua Carla, 25 - Itaim Bibi – tel.: 0/xx/11-3168-7389) apresentará a trajetória da moderninsta Tarsila do Amaral com a profa. Claudia Peregrino da USP e a chef Cris Maccarone. O 'sarau cultural gastronômico" contará com projeções, bate-papo e comidinhas. O custo é de R$ 89,00. Aproveite depois para visitar a mostra "Tarsila Viajante" em cartaz na Pinacoteca com curadoria de Regina Teixeira de Barros e consultoria de Aracy Amaral. A mostra traz até a pintura Abaporu, vale a pena.

Escrito por Marcelo Katsuki às 13h24

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Eu quero a minha Vitarella!



Para compensar os desatinos enogastronômicos pelo Nordeste, meu café da manhã se resumia a uma simples xícara de café acompanhada de três ou quatro biscoitos cream cracker Vitarella (o que segundo o pacote, não dava nem 100 calorias). Ele é sequinho, tem várias camadas com cheirinho de manteiga e derrete na boca. Literalmente. Fiquei viciado e nem percebi.

Acordei ontem em São Paulo, fiz o café e cadê a Vitarella? Meu estômago está saudoso! Alguém sabe onde vende em São Paulo?

Escrito por Marcelo Katsuki às 13h05

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PERFIL

Marcelo Katsuki Marcelo Katsuki é editor de arte de Mídias Digitais da Folha, colaborador da revista sãopaulo e colunista da "Prazeres da Mesa".

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