Marcelo Katsuki

Comes & Bebes

 

Coquetéis e carrapetas

Na próxima segunda-feira tem SubIntenções no SubAstor (Rua Delfina, 163 – Vila Madalena) noite temática e mensal do bar. A  DJ Japa Girl vai tocar um set rocker e o mixologista Márcio Silva vai criar drinques com o tema. Vai não, já criou. E a gente vai lá bater tacinha!

A festa acontece sempre depois das 21h na 'batcaverna' do Astor e a entrada é gratuita. Mas se bater aquela preguicite, exercite o muque na coqueteleira. As receitas estão abaixo! Moleza, hein?

Mangá
Ingredientes:
45ml de vodca
30ml de licor de melão
25ml de suco de limão siciliano
Uma colher de chá de açúcar

Modo de preparo: misture todos os ingredientes em uma coqueteleira, complete com gelo e bata por uns 15 segundos. Coe a mistura em um copo longo com gelo e decore com uma fatia de melão e ramos de hortelã.



J-Rock
Ingredientes:
45ml de gim
10ml de Cointreau
10ml de suco de limão siciliano
10ml de suco de limão tahiti
10ml de xarope de gengibre
Água tônica para completar

Modo de preparo: encha um copo longo com gelo e coloque os ingredientes na ordem descrita. Complete com água tônica e mexa. Decore com 1 gomo de limão tahiti e
1 gomo de limão siciliano. Cheers!

Escrito por Marcelo Katsuki às 17h56

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Hot hit

Tá, nem é mais novidade, mas achei o vídeo da nova campanha da Seara divertido! Por essa nem os santistas esperavam, rs.

Para ver o clip original da Beyonça, clique aqui.

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h44

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Batendo um bolão

Essa reforma gráfica do jornal tá me deixando maluco, mas é sempre assim, já tou acostumado. E na falta de vida social, volto pra casa de madrugada e invento o que fazer até o sono chegar. Tipo: compras no Submarino. Adquiri aquele processador que faz suco de fruta inteira, mas ainda nem tirei da caixa. E nem tive tempo de ir comprar fruta no mercado! E já tou achando que ele vai tirar toda a fibra do suco ao separar o bagaço e que eu devia inventar alguma coisa com o resíduo. Nem usei a geringonça e já tou noiado.

Ontem o surto foi mais criativo. Peguei um livro de receitas judaicas e me joguei na cama crente de que a leitura me traria sono. Fui é traído. Me empolguei com as receitas de Varenikes (adoro e achei bico), Kerkis (conserva de pepino favorita. Será que já fui judeu?) e até de 'caviar de pobre' (inverossímil para um livro judaico, convenhamos, rs). E lendo uma das receitas, a do Bolo de Limão, não é que me bate uma vontade de... bater bolo? E lá fui eu pra cozinha.

As receitas aparecem separadas por histórias das cozinheiras, todas muito sentimentais, de família. São memórias reunidas pela Associação de Voluntários da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira do Hospital Albert Einstein. Deixei para ler depois, ando sensível, pegando sentimento rápido. Melhor irmos logo pra receita. Ah, o bolo? Ficou gostoso, comi até! Mas é doce, beeem doce. Coisa de mãe.

Bolo de Limão

Ingredientes:

- 3 ovos separados (claras em neve)
- 100 g de manteiga
- 3 xíc. de chá de açúcar
- 3 xíc. de chá de farinha peneirada
- suco de 1 limão
- casca ralada de meio limão
- 1 colher de sopa rasa de fermento em pó
- manteiga para untar

Modo de preparo:

- Bata as clara em neve e reserve. Bata a manteiga com o açúcar, depois junte as gemas.
- Acrescente a farinha, mexendo devagar. Adicione o suco e a casca ralada de limão e as claras em neve.
- Por último, junte o fermento, misturando devagar de baixo para cima.
- Unte uma forma (com furo no meio), despeje  a massa em asse em forno médio, até enfiar um palito e ele sair seco. Se você usar uma forma retangular, o tempo será menor.
- Coma e durma feito um anjinho. Garantia de mãe. Judia.

Serviço:
Receitas da Vida

38 receitas, 96 páginas
Preço: R$ 19,00
Editora Melhoramentos

Escrito por Marcelo Katsuki às 03h13

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Estrela caiçara

Couvert caprichado do Seu Sebastião: rolinhos de abobrinha com queijo e damasco, azeitonas temperadas, rolinhos de siri com molho picante, um delicado tartare de robalo, saborosas lulas à provençal e pães quentinhos, feitos na casa.

Hoje finalmente consegui comprar a Prazeres da Mesa. Tava curioso para ver os indicados ao prêmio da revista, e ver como estava a minha coluna, claro. Morro de vergonha, mas leio. Acho que sou autocrítico demais. Mas desse entrave entre produzir e avaliar espero sempre criar algo novo, melhor.

Tarefa difícil conciliar suas pretensões com a expectativa alheia. Mas acontece. Foi assim quando fui conhecer a cozinha do chef Eudes Assis, em Maresias. E não devo ter sido o único, já que o chef foi indicado na categoria de chef revelação da revista. Mesmo fora da capital, longe do mainstream e das pautas de chefs "modelo-manequim", que dominam a mídia especializada. A gente quer é comida boa!

De entrada, um delicado carpaccio de polvo e palmito pupunha com rúcula e caramelo de aceto balsâmico.

E claro, some-se a isso empenho, obstinação, talento e muita ousadia. O chef Eudes de Assis do restaurante Seu Sebastião em Maresias está mostrando porque hoje é um dos nomes em ascensão na gastronomia do litoral norte paulista.

Em meio a tantos restaurantes estrelados na vizinha Camburi, seu restaurante vem atraindo clientes entusiasmados com sua cozinha caiçara rica de sabores e bons ingredientes tratados com técnica apurada.

Para dar uma aquecida, um encorpado creme de palmito com chips de banana da terra e uma bela vieira flambada na cachaça. Hmmm...

O chef tem um histórico interessante. Do garoto que vendia picolés na praia até o atrevido cozinheiro que se enfiou na cozinha do el Bulli, Eudes passou por cursos no Senac, cozinhou em lugares como o Gero e Fasano, economizou cada centavo para bancar um curso na Le Cordon Bleu e acabou viajando durante quatro anos como cozinheiro de um iate de luxo. Sempre com um pé em sua origem que faz questão de enaltecer apresentando uma cozinha caiçara consistente.

Primeiro prato: um robalo grelhado ao molho de caju com a fruta assada, cuscuz de camarão e palmito e chips de inhame. Uma beleza de apresentação e contraste de cores e sabores com doce, salgado e um leve picante do cuscuz.

Segundo: risoto de abóbora com lagostins. Ponto perfeito do arroz, cremosidade e muito sabor. Talvez herança de um antigo chef, Luciano Boseggia, mestre dos risotos nos tempos de Fasano.

Terceiro: garoupa servida com pirão e banana da terra grelhada, sapicada de taioba, uma folha semelhante a couve, que combina muito bem com pescados e também com carne suína.

De sobremesa, fatias de manga grelhadas ao caramelo de capim santo, sorvete de creme e renda de gengibre. E um cafezinho, claro.

O chef Eudes Assis em ação.

O Seu Sebastião é um restaurante amplo, tem decoração rústica e caprichada. Fica bem próximo à estrada, não tem como se perder. A menos que você exagere nas gostosas caipirinhas de siriguela, mas daí é melhor passar a chave para o copiloto!

Detalhe do banheiro.

Um dos decks do restaurante, que conta ainda com um amplo salão e um bar.

O cardápio oferece sempre um menu degustação com entrada, prato principal e sobremesa, que varia de acordo com os ingredientes da estação. O preço costuma ficar próximo dos R$ 85. E você ainda tem as opções à la carte com preços que variam de R$ 17 a R$ 72.

Restaurante Seu Sebastião
Avenida Dr. Francisco Loup, 1665

Maresias - São Sebastião - SP

Tel. 0/xx/12/3865-5356

MAPINHA AQUI

Escrito por Marcelo Katsuki às 02h37

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10 anos de Rangetsu

Sempre fiquei meio intimidado com aquela fachada sisuda do Rangetsu of Tokyo. Meio fechadona, dá um aspecto de lugar privê. Tem pratos diferenciados, como os feitos com Kobe beef. Estacionamento próprio, logo na entrada. Daí você logo pensa: "Ih, deve ser caro". Por isso, agora na comemoração dos 10 anos, o restaurante está lançando um cardápio completo por R$ 39,50 (preço de Restaurant Week!) para provar que qualidade pode ter um preço justo. E ótimas opções.

A primeira coisa legal é fazer uma degustação de saquês. Tem uma com quatro opções de saquês Azuma Kirim por R$ 21. Eu fiz uma de saquês importados, com três tipos diferentes. Preciso procurar onde anotei o preço. Isso que dá beber no trabalho...

Há quatro opções de entrada: Coração de frango refogado na manteiga com shimeji, Rolê de Kobe Beef com legumes e molho teriyaki, Salada de frango com folhas e legumes e a minha opção: o Otoshi do dia, composto por bardana refogada, croquete de Kobe beef e salada agridoce de pepino, algas e kanikama.

De prato principal, você pode optar entre Sushis com robata (espetinho grelhado), ou um filé grelhado com molho de shoyu, risoto de shimeji e legumes no vapor, ou ainda um filé de pirarucu grelhado com missô e shissô acompanhado de legumes e purê de mandioquinha. Minha opção foi o Peixe Mil folhas: fatias grelhadas de pirarucu e salmão intercaladas com shitake sobre um molho leve à base de wasabi, acompanhado de arroz e sopa.

De sobremesa, você pode optar por um sorvete de creme com pasta de feijão azuki, sorvete de chá verde com chá importado ou essa terrine de frutas com kanten, a gelatina japonsa, leve e delicada, acompanhada de frutas e massa de feijão doce. Uma refeição deliciosa em um ambiente muito bem cuidado. E com um preço convidativo, vá conhecer!

Rangetsu of Tokyo
Av. Rebouças, 1.394 - Pinheiros - Oeste. Telefone: 3085-6915

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Escrito por Marcelo Katsuki às 02h36

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Festa pronta

Depois da caipirosca pronta, agora é a vez do Mojito! Tá, você não gosta da caipirosca pronta? Pensa que é refresco e me conta depois da segunda dose, rsrs.

O Grupo Bacardi lança até o final desse mês o Bacardi Mojito Pronto para Servir. É só abrir e virar a garrafa sobre um copo com gelo. E se quiser dar um toque, folhinhas de hortelã com algumas gotas de limão. Tá vendo, já dá para fazer uma pitcher party mesmo sem ter jarras, hehe!

Bacardi Mojito Pronto para Servir
Preço sugerido: R$ 26,90 (garrafa de 980 ml)
Teor alcoólico: 15%

Seguindo nessa linha 'festa pronta', a ElmaChips está lançando o De Montão, mix de porções de Ruffles, Doritos e Baconzitos, tudo num mesmo pacote. Eita, facilidade! Agora só falta lançarem o Engov com Omeprazol e Ranitidina. E um pouco de cafeína pra te despertar na manhã seguinte, festeiro.

De Montão
Preço sugerido ao consumidor da embalagem com 75 gramas: R$ 1,99

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h59

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As massas artesanais da Pissani

Desde que participei de uma degustação no Pastifício Pissani, só penso em uma coisa: dar um jantar em casa para os amigos com aquelas massas. E mentir falando que "eu que fiz", kkkk! Coisa feia.

Mas é que elas são tão surpreendentes, frescas, saborosas. Um prato cheio para quem gosta de impressionar, sem fazer muito esforço. Muitas nem precisam de molho, basta passar rapidamente pela água quente e servir. No máximo, um fiozinho de azeite. Mas claro, aceitam molhos também, que podem ser adquiridos no local.

A Pissani poderia ser definida como uma boutique de massas, embora lembre mais uma joalheria, tamanho cuidado com que trata as massas. Os preços do quilo variam de R$ 37 (raviolone de espinafre) a R$ 137 (Tryptique de lagosta com creme de mascarpone e ciboulette). Se você considerar que meio quilo serve até quatro pessoas, um jantar 'vegetariano' sairia por menos de R$ 10 por cabeça. Eita!

O campeão de vendas é o Sorrentini de Caprese (R$ 51): massa de formato alto, recheio farto, bem gostoso. A Pissani também fornece massas para muitos restaurantes estrelados da cidade. Não se admire se você encontrar lá no balcão sua massa favorita daquele restaurante.

Degustação de massas. Nem precisa de molho.

O surpreendente sorrentini de queijo negro.

Ravioli de cerejas com pimenta, super feminino. Pode ser servido como entrada ou sobremesa.

Panzotti de mousse de espinafre, deliciosa opção vegetariana.

Ravioli de abóbora com ricota defumada.

Duas opções com carne: cordeiro com cerveja e uma picante carne criolla.

Matador: massa de chocolate com recheio de doce de leite.

A Pissani pertence ao casal de uruguaios Carlos e Chris Pissani, e é inspirada nos pastifícios italianos, resgatando e aprimorando receitas da família. No momento as degustações foram suspensas, pois a salinha está passando por reformas, mas a loja segue funcionando normalmente.

Aprendeu?

Bom, agora que já revelei o segredo, nem vou mais poder surpreender os amigos em casa. Tudo bem, posso comer meio quilo facinho...

Pissani
Alameda Franca, 1413, Jardins.
Tel.: 0/xx/11/3081-6847

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Escrito por Marcelo Katsuki às 10h14

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Qual o seu drinque em Sex and the City?

Quem nunca se identificou com alguma loucura das "velhas que estão sempre chorando e só sabem falar de sapatos" que atire a primeira pedra. A descrição foi de uma amiga aqui do jornal, que acha o seriado um porre, rsrs.

Eu não tenho a menor dúvida que ganharia a taça da Carrie: confusa, atrapalhada, não dá uma dentro. Tou sempre ouvindo minha terapeuta repetindo: "Katsukinho, você faz tudo errado...", ai.

Os drinques foram criados pela Moët & Chandon em comemoração à estréia do filme Sex and the City 2. São quatro, cada um representa uma das malucas do filme. Qual o seu?

The Fashionista (Carrie)
20 ml de Suco de Romã
90 ml Moët Brut Impérial
Uma pétala de Rosa pink

Despeje o suco de Romã na taça. Complete com Moët Impérial. Mexa gentilmente com uma colher longa.. Coloque a pétala de Rosa pink em cima do drink

The Player (Miranda)
10 ml Suco fresco de limão
10 ml Licor de gengibre
90 ml Moët Brut Impérial
Uma pequena fatia de casca de Limão

Despeje o suco de limão. Despeje o licor de gengibre. Complete com Moët Impérial. Mexa gentilmente com uma colher longa. Adicione a fatia da casca de limão

The Socialite (Charlotte)
15 ml Licor de flor de sambuco (Elderflower) ou xarope de açucar e gotas de água de rosas
90 ml Moët Brut Impérial
Um Cubo de açucar

Coloque o cubo de açucar na taça. Despeje o licor. Complete com Moët Impérial. Mexa gentilmente com uma colher longa

The Bombshell (Samantha)
15 ml Suco de tangerina
10 ml Licor Maraschino
90 ml Moët Impérial
Cereja Maraschino

Coloque a cereja na taça. Adicione o suco de tangerina. Coloque o licor de Maraschino. Complete com Moët Impérial. Mexa gentilmente com uma colher longa.

Ó, não precisa chorar se sua adega não vê um Brut Impérial faz tempo. Não faz a Carrie, colega! Compra um bom espumante nacional e se vira nos 30.

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h00

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Yakisoba frito

Na semana passada eu precisava comer algo rapidinho e correr pra casa para trabalhar. Pensei em passar no Izakaya Issa, mas é impossível sair de lá correndo, a dona Margarida me mata, hehe. E tem aquele saquê piscando pra gente...

Daí seguindo a dica de uma leitora, fui ao Mugui, ali no Food Center (R. da Glória, 111, 1º and. - Liberdade - Tel. 0/xx/11/3106-8260), logo atrás da Sé. E o prato indicado era um macarrão frito, o Sossusoba. Normalmente eu peço para fritarem o macarrão do yakisoba mesmo, então achei ótimo.

O macarrão vem bem crocante, sem caldo (o sossu, "sauce", é absorvido pela massa) e a porção é generosa. Pedi meia (R$ 11) e quase não aguentei. Se você nunca comeu yakisoba frito, eu recomendo, é praticamente um outro prato!

Enquanto esperava, pedi meia porção de Guioza frito (R$ 6). Crocantes, sequinhos, deliciosos! A comida do Mugui é super caseira, o ambiente tem mesas e um grande balcão, e fica naquele edifício só de restaurantes japas, com estacionamento. E nem preciso falar da relação custo x benefício, né? O Mugui é bom. E barato.

Escrito por Marcelo Katsuki às 12h48

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15 vezes Margarita

"Tenha fé!"

Quando recebi o release falando do Festival Minha Margarita Cuervo, com 15 bares escolhidos pelo mestre Derivan (foto) para apresentar o drinque com nova roupagem, achei ousado, até ver a última opção, Margarita Cheers, servida em jarras. Hmmm, isso me lembrou de uma pitcher party que fui certa vez lá em Chicago. Do além.

Pedi uma jarra e saí do balcão do bar respingando Margarita para todos os lados. Como estava sozinho, fui tomando no canudinho direto da jarra e olhando uma exposição de pinturas holísticas (nem sabia o que era isso na época). A história é absurda e vou poupar detalhes para não assustar a minha mãe (ela lê meu blog e depois fica horrorizada, hahaha). Resumindo: tomei a jarra toda, joguei tarô e amanheci com um dos quadros sentado na porta de uma igreja. Mas como é preciso saber rir da própria tragédia, assim que voltei ao Brasil, fiz uma pitcher party em casa. Era meu aniversário e foi tombação geral!

Voltando para a notícia, o Festival Minha Margarita Cuervo acontece nos seguintes bares: Dona Flor, São Bento Itaim, São Bento Vila Madalena, Boteco Ferraz, Sr. Pitanga, Posto 6, Patriarca, Aurora, Salve Jorge, Pé de Manga, Coutinho, Bar Central, Liverpool, Pimenta, Fonte Leone e Oh Maria. E vai só até o dia 10 de maio.

Eu recomendo a jarra. Inesquecível!

Escrito por Marcelo Katsuki às 04h17

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Gastro-pop do Peru

O chef peruano Miguel Hernandez e Dueña Carla (Foto de Marcos Daudt)

 A chef Carla Pernambuco retoma nessa terça, 4 de maio, a série de jantares Gastro-pop no seu Studio 768 (Rua Sergipe, 768 - tel.: 0/xx/11/3663-0911). O convidado que abre a temporada 2010 é o chef peruano Miguel Hernandez, do grupo Aranwa Hotel Resort & Spa.

O jantar será para apenas 28 pessoas, que podem reservar essa viagem pelos sabores do Peru por R$ 250. No Menu, delícias como o Tataki de atum e vieiras em emulsão de ceviche e um Arroz caldoso de cavaquinha, centolla e manteiga de coral. 'Fenomenal!'
 
Menu
Aperitivo
- Ovos de cogumelos Andinos trufados com papa amarilla
 
Entradas
- Tataki de atum e vieiras em emulsão de ceviche
- Polvo na grelha, molho anticuchero de ají panca, tabule de quinua e azeitonas negras
 
Fondos
- Arroz caldoso de cavaquinha, centolla e manteiga de coral
- Pernil de cordeiro marinado em ervas andinas assado com mix de batatas Peruanas
 
Postres
- Catavento crocante em redução de frutas vermelhas
- Martini suspiro Lima – Sao Paulo (coco y chocolate)  - Petit fours

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h32

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Estabelecimento Bar - BH

Quando entrei no Estabelecimento Bar, a identificação foi imediata: me vi no quintal da minha avó, sob a jabuticabeira, envolvido pelas plantas que ela tanto gosta. Saí e entrei de novo, só para registrar aquele momento gostoso. Os funcionários olharam ressabiados. "Acho que o japa já tomou todas e tá perdido", devem ter pensado. Mas eu tinha era me encontrado.

O bar do Olívio Cardoso Filho, ou "Livin" é um pedaço da casa que todo mundo carrega, talvez empoeirado, na memória afetiva. Tem até brincadeira, com mesas e cadeiras instaladas de cabeça para baixo. Tem jabuticabeiras, balcões de madeira rústica. Cortinas floridas. E até pássaros.

O prato desse ano é a Paleta em Ninho de Pelotas (foto acima), paleta de boi cozida em molho de vinho, cebola e polpa de tomate, servida com "pelotas" de massa de arroz com queijo canastra, orégano, pimentas, espinafre e jiló. "Pelota", disse o Livin, é qualquer coisa arredondada, como os bolinhos de arroz da infância. Uma delícia, mas me contive porque queria viver ainda outras experiências ali.

A primeira: tomar o famoso Mojito "dos deuses" que vem num copão e refrescou o meu calor e a minha curiosidade. Tomei dois. Ou foram três?

A segunda: finalmente provar um Mexidão, prato ícone do fim de noite na capital mineira. Adorei! O Mexidão é preparado com azeite, cebola, feijão com pouco caldo, ovos, lingüiça de frango, couve e arroz. Ah, e a cobertura fundamental: um ovo frito, gema meio mole, meio dura. Delicioso! O primeiro mexidão a gente nunca esquece, é fato!

A terceira? Me contaram que lá tem roda de samba todo sábado! Quero muito voltar, adoro um batuque, um cavaquinho! Não que eu tenha alguma pretensão de mostrar samba no pé, gente. Quer dizer, vai depender da quantidade de Mojitos. Medo de mim!

Olívio Cardoso Filho, ou simplesmente "Livin".

Estabelecimento Bar
Rua Monte Alegre, 160
Serra, Belo Horizonte MG

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Escrito por Marcelo Katsuki às 03h40

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Bar da Lora - BH

A "Lora" é sucesso em BH. Localizada logo na entrada do Mercado Central, tem um cercadinho para evitar que congestione os corredores. E toma multa se alguém biritar do lado de fora. Daí imagina, o povo se espreme como pode. E o atendimento, apesar da loucura, é inexplicavelmente eficiente.

Todo mundo conhece a 'Lora'. Pedem para tirar fotos. Gritam com a intimidade de quem chama a vizinha. Gritam mesmo, a gente ficou olhando assutado. Mas é tudo diversão. Vale tudo para comer o famoso Fígado acebolado com jiló (acima). Vale mesmo. Até dividir o mesmo metro quadrado com outras 3 ou 4 pessoas. E em pé. Se abanando com o copo na mão.

O prato desse ano é o Pura Garra da Lora. Nome estranho? É que é feito com garrão, aquele músculo duro do boi. E tem uma estória lá do passado batalhador da 'Lora', que já teve de dar a volta por cima, mas que vai ficar pra depois. Não queremos chorar agora, apenas tomar mais uma e brindar com ela.

E comer o garrão com molho de malzbier acompanhado de purê de mandioca com queijo e jiló na chapa com linguiça. E arrematar com o fígado. Nunca pensei que fígado com jiló pudesse ficar tão bão. Pura criatividade da Lora!

Bar da Lora
Avenida Augusto De Lima, 744
Mercado Central, Loja 115,
Centro, Belo Horizonte

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Escrito por Marcelo Katsuki às 03h34

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Marcelo Katsuki Marcelo Katsuki é editor de arte de Mídias Digitais da Folha, colaborador da revista sãopaulo e colunista da "Prazeres da Mesa".

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