Marcelo Katsuki

Comes & Bebes

 

Comendo n'O Buraco - Porto

A questão era: onde comer um tradicional prato de Tripas à moda do Porto? E um caldo verde? E um toucinho do céu? A resposta: O Buraco. Aproveitamos, eu e Silvinha, uma brecha do almoço no bufê do evento, pegamos um táxi e corremos para lá.

A fachada não dizia muita coisa. O movimento também não. Mas o faro não deixa a gente se enganar. Sentamos, pedimos duas sopas: eu um Caldo verde ( 1,5 euros) e Silvia um Creme de legumes. Um vinho da casa para acompanhar (4 euros), super suspeito. Afinal estávamos com os sentidos afiados, então fizemos vista grossa. E mergulhamos nas tigelas quentinhas, gostosas, com pãezinhos rústicos e bora fofocar sobre a viagem para abrir o apetite.

A gente nem tinha acabado a sopa e a casa estava lotada. "Olha que sorte que a gente deu", comemorou a Silvia. Demos mesmo. Casa lotada. E só de velhinhos, clientes fiéis aos pratos d'O Buraco. Brindamos e completamos as taças.

Logo chegou o prato da Silvia: Marmotas com feijão com arroz (6 euros). Marmota é a pescada ainda novinha, frita desse jeito inusitado, conhecido como Pescadinha de Rabo na Boca. Tava fresquíssima e não poderia ser diferente. E o feijão com arroz é o feijão com o arroz cozido no caldo, ou melhor, incorporado a ele. No final, comi de colherada.

Olha o corredor que leva pros fundos do Buraco! E o mais encantador é que o garçom, novinho, passa puxando os velhinhos pela mão para não caírem nem se desequilibrarem pelo caminho.

Daí chegaram minhas Tripas à Buraco (6 euros): nossa 'dobradinha' num caldo suculento com feijão branco, embutidos que eram um perfume só, cenouras, e um arroz super glutinoso, todo grudado. Eu adoro esse arroz, comi muito durante o Madrid Fusión também. Será que tem aqui no Brasil?

E esse letreiro de "sobremesas" sobre o balcão? Olha o móvel do bufê, super 'lá de casa', gente!

Claro que não consegui comer nem metade do meu prato. Mas fiquei cutucando a marmota da Silvia. E comi todo o meu arroz e raspei o feijão dela. Muito bons!

Hora do crime: comi o Toucinho do céu (2 euros) e fui pro paraíso. A Silvia não ficou para trás e era só elogios para a Rabanada com caramelo. Provei e era leve e docinho mesmo, como tinha de ser.

No final a surpresa boa: hora da "dolorosa" redentora. Não doeu: 12 pratas para cada um e muitas histórias para contar. Levantamos rapidamente para ceder lugar aos pobres coitados que esperavam há tempos na fila babando sobre os nossos pratos e voltamos correndo para a conferência. Provavelmente a refeição mais barata da viagem. Certamente a que a gente não vai se esquecer.

O Buraco
Rua Bolhão 95
4000-112 Porto
Telefone: 222006717

MAPINHA AQUI

Escrito por Marcelo Katsuki às 22h34

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Receita de Leite creme

Atendendo a pedidos, a receita do Leite creme, sobremesa portuguesa que lembra um Crème brûlée (não existe nome mais complicado) mas é bem mais densa e amarelada em função da quantidade de gemas utilizada na receita. E, claro, com um gostinho bem mais de comida de mãe, coisa que a gente gosta muito.

Leite creme
(6 pessoas)

Ingredientes:
- 1,5 litro de leite
- 12 gemas
- 280 g de açúcar
- 5 colheres (sopa) de maisena
- 1 casca de limão
- açúcar para polvilhar

Preparo:

Bata as gemas e junte a maisena diluída em um pouco de leite.

Aqueça o leite com o açúcar e a casa do limão. Quando começar a ferver, retire a casca do limão e junte as gemas batidas, aos poucos, mexendo bem até engrossar.

Distribua o creme em tigelinhas e deixe esfriar. Antes de servir, polvilhe o açúcar e queime com um ferro quente ou um maçarico até o açúcar formar uma capinha queimada.

Escrito por Marcelo Katsuki às 12h14

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Quinta Nova - Douro

Voltando à ativa depois de uma semana longe do blog por conta do trabalho. Afinal, minha vida não é apenas comer, beber e postar, gente. Talvez vocês não saibam, mas trabalho como editor de arte de novas mídias do jornal e passo o dia inteiro pesquisando e desenvolvendo apps, layouts, testando tablets, participando de reuniões, enfim, "a vida é dura" com diz a minha diretora. O blog é praticamente a "cereja" desse bolo, e talvez a parte mais gostosa.

Vou aproveitar esses próximos dias de calmaria pré-festejos (espero) para finalizar os posts sobre a viagem a Portugal e retomar outras pautas boas que rolaram durante o ano e que não postei por falta de tempo mesmo. Começando agora com a visita à Quinta Nova, localizada na região do Douro (sub-região do Cima Corgo) com 120 hectares de cultivo dedicado à produção de vinhos de qualidade. A quinta foi adquiridapela famiília Amorim - famosa pela produção de cortiça - em 1999 e desde 2005 vem produzindo vinhos sob o comando de Luísa, membro da 4ª geração Amorim.

A Quinta Nova (o nome surgiu em função de duas quintas) tem uma localização privilegiada e aproveita esses atributos explorando também o enoturismo, com instalações bem aconchegantes.

Pudemos provar boa parte do portfólio da vinícola em um gostoso almoço harmonizado no restaurante da quinta.

Começamos com um Grainha Branco, com boa acidez e notas de frutas tropicais. E de entrada uma cremosa sopa de cebola com 'moira', um embutido que lembra uma morcilla.

Item recorrente em várias refeições em Portugal: couve-de-bruxelas.

Dos tintos, provei o Grande Reserva (vinha velha, denso, fruta madura, taninos finos), o Touriga Nacional (bem estruturado, com frutas vermelhas, baunilha e chocolate, taninos macios), o Reserva (Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinta Amarela) e o Colheita (Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca e Tinto Cão, muita fruta vermelha, frescor, meu favorito). Acompanharam um Arroz de pato à antiga, com pedacinhos de bacon.

E de sobremesa um delicioso Leite creme, sobremesa também onipresente nas refeições portuguesas, devidamente harmonizado com dois Portos: um aveludado Vintage (vinha velha) que adorei mas meu bolso não; e um LBV - Late Bottled Vintage, que harmonizou com minha sobremesa e o meu bolso. Passei na saída na 'ludjinha' e comprei um.

Piscina com borda infinita e deck com vista para as vinhas.

As cubas de inox para fermentação dos vinhos.

E esse 'pisador' automático substituindo os lagares?

Sala dos barris da Quinta Nova. E rumo ao Porto!

Escrito por Marcelo Katsuki às 10h56

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Top 10 Touriga Nacional

Olha nosso amigo Francisco Ferreira da Quinta do Vallado, premiado no Top 10!

Ontem no jantar de gala do Wines of Portugal no edifício da Bolsa do Porto foram eleitos os melhores 10 vinhos de Touriga Nacional do país. 12 na verdade, por conta do empate. E todos receberam o prêmio das mãos de dona Jancis Robinson. Segue a lista, em ordem alfabética:

- Alfaraz Touriga Nacional 2008 - Alentejo
- Churchill Estates Touriga Nacional 2008 - Douro
- Encontro Touriga Nacional 2008 - Bairrada
- Herdade São Miguel Touriga Nacional 2008 - Alentejo
- Inquieto Touriga Nacional 2008 - Douro
- Marques dos Vales Grace 2008 - Algarve
- Munda 2008 - Dão
- Pedra Cancela Touriga Nacional 2008 - Dão
- Quinta da Pedra Alta Touriga Nacional 2007 - Douro
- Quinta das Marias 2008 - Dão
- Quinta do Cardo Touriga Nacional 2008 - Beira Interior
- Quinta do Vallado Touriga Nacional 2008 - Douro (foto)

O cenário

A mesa

O guru do vinho português: Marcelo Copello

A enodiva: Alexandra Corvo

O chef: Nuno Inverneiro

A entrada: Carpaccio de polvo com azeite de coentro e gravilha de pimentos

O principal: Bochecha de porco preto com purê de alheira

A sobremesa: Rabanada com sorvete de queijo da Serra da Estrela

Escrito por Marcelo Katsuki às 15h04

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Quinta da Foz

Nossa Senhora das Uvas existe e vive na Quinta da Foz, no Douro. Agora já sei para quem rezar quando o mundo amanhecer do avesso após uma noitada diVino!

A Quinta da Foz é uma emblemática produtora de vinhos do Douro. Situada na confluência do Rio Pinhão com o Rio Douro, pertence à família Cálem há mais de 125 anos. O cenário é paradisíaco com mirantes em vários pontos do terreno.

Os verdadeiros 'donos' da quinta. Ê, vidão!

A magnífica vista do encontro dos rios. E o povo doido para sair voando!

Começamos degustando o Rosé 2009 100% Touriga Nacional e o Egle 2009 de fermentação a baixa temperatura com as castas Rabigato e Viosinho. Com aquele cenário e clima, eu poderia passar a manhã toda lá tomando esse rosé.

Os tintos degustados, em sua maioria com a casta Touriga Nacional em suas composições.

As salas dos barris, repletas de pinturas e com clima contrlado pelas espessas paredes de pedras.

Sala da fermentação em cubas de aço inox.

José Maria Cálem, um dos proprietários da Quinta da Foz, sentado num dos lagares onde são realizadas as pisas a pé das uvas.

Deise Novakoski fazendoa lição de casa. Ao fundo, telas com os azulejos pintados pela avó do produtor.

Visão privilegiada. Observem os gigantescos tonéis (não mais utilizados) onde eram fermentados os vinhos no meio da cidade.

Escrito por Marcelo Katsuki às 08h25

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Douro Boys em Pinhão

Parece show de boys band no interior de SP mas não é. Chegamos em Pinhão, bela e pequena cidade no coração do Douro no final da tarde. E quem disse que o ônibus entrava no estacionamento? E lá fomos nós tomar uma ducha rápida para encarar outra maratona enogastronômica. Jantar e prova com os Douro Boys, grupo de jovens produtores (na época, anos 90) que se juntaram para promover a produção de vinhos local.

Bobo que sou, grudei na Alexandra Corvo e tive uma aula de vinhos. Começamos falando com o Tomás Roquette da Quinta do Crasto, que produz vinhos de mesa modernos, frutados e de qualidade.

Alguns exemplares da vinícola: Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, Crasto, Monovarietais (Tinta Roriz e Touriga Nacional) e Monovinhas (Vinha da Ponte e Vinha Maria Teresa), além de  Vinho do Porto (LBV e Vintage).

Depois falamos com o Francisco Spratley Ferreira, da Quinta do Vallado. A Quinta foi construída em 1716 e pertenceu à lendária Dona Antónia Adelaide Ferreira. Hoje encontra-se sob a administração da sexta geração da família. Um terço dos 70 hectares da propriedade são vinhas velhas, com idades superiores a 70 anos.

Da Quinta Vale do Meão provei o Meandro 2008, vinho frutado e bastante concentrado, de cor pronunciada e ótima acidez. Utiliza as castas Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Roriz.

Da Quinta do Vale Dona Maria, com o divertido Cristiano VanZeller, provei o Quinta Vale D. Maria com fruta pouco doce, notas de pimenta e chocolate, taninos finos e bastante mineral.

Daí partimos para o jantar. De entradinhas, escabeche de peixe com compota de cebola, Folar de Valpaços (esse pão de embutidos) e pataniscas de bacalhau.

Durante o jantar degustamos o 05 Tiara Douro feito com as castas Rabigato, Códega, Donzelinho, Viosinho e Arinto. Um branco cítrico com toques de ervas com um frescor notável.

E que foi harmonizado com um delicado Creme de aspargos.

Seguindo nessa linha de frescor, comemos uma Trouxa de pescada e legumes com molho de tomate e hortelã.

Francisco Ferreira, o produtor da Quinta do Vallado, que 'cuidou' da nossa mesa.

Principal: Nacos de vitela estufados com cogumelos, castanhas portuguesas, arroz e feijão verde (essa vagem fininha).

Acompanhei esse prato com o Quinta do Crasto Touriga Nacional 2006: frutas silvestres com notas de violeta, taninos elegantes e boa complexidade.

De sobremesa, Tarte de queijo fresco com frutas, couli de morango e um delicioso sorvete...

...acompanhados por um maravilhoso Porto Vintage de 1966. Jesus, eu nem tinha nascido!

Escrito por Marcelo Katsuki às 07h19

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Inês é morta

Rápida parada em Coimbra, Portugal, para almocinho no 'Relais & Chateau' Quinta das Lágrimas. Cenário do belo e trágico romance entre Dom Pedro e a dama galega Inês de Castro. Os jardins são de uma beleza encantadora e a construção datada do século XVIII está bem conservada, uma maravilha.

Susto! E a gente não dá de cara com um vudu da galega logo na entrada que mais parece um ET-orixá? Cadê o romantismo? Tudo bem que a dita foi esfaqueada a mando do pai de Pedro e que de suas lágrimas brotou um córrego e que seu sangue tingiu as pedras da margem de vermelho até hoje, mas não vamos exagerar.

Ah, a expressão "Inês é morta" vem da frase que papi Afonso IV teria dito a Dom Pedro após mandar assassinar a amante do filho. Tipo, "já era", morô? E não é que depois de assumir o trono, Dom Pedro mandou desenterrar a noiva cadáver, montou o zumbi e fez a corte beijar sua mão? Gente, que perturbação. Chega que já tou perdendo a fome.

Eu adoro mesas postas. Não por peruagem mas por TOC mesmo! Já me falaram que eu devia trabalhar num bufê; piro quando vejo tudo arrumado. Mas já pensou a grana que eu ia ter que desembolsar com terapia por conta de toalha com vinco amassado, copo com marca de dedo, talher fosco, prato riscado? Melhor só comer mesmo.

E por falar em romance, olha que beleza o nosso "casal Prazeres da Mesa": sr. e sra. Castilho! Inês é morta mas Mariela tá lá vivíssima e esperando vocês pro fechamento, tá?

Começamos o almoço degustando Cabriz 2009 da região do Dão: um vinho bastante frutado, com acidez notável e um frescor perfeito para deixar o drama de lado. Feito com as uvas Malvasia Fina, Encruzado e Bical. Tava precisado.

Caiu super bem com a Sopa de castanhas portuguesas, ovas de cordoniz esfarelados e cogumelos. Pensaram que era espuma tecno-emocional, é? Aqui não tem disso não, fio.

Prato principal: Bacalhau fresco com manteiga aromatizada, legumes e purê de batatas. Tudo 'sem sar', ownnn...

A sobremesa foi a redenção de Inês: o tradicional Leite creme com uma calda de frutas vermelhas. Raspei o prato; era tudo o que eu queria.

Depois foi só esperar a chuva passar nessa salinha meiga, ao lado da defunta. E partir para Pinhão, roncando ao som da cantoria dos amigos angolanos. Foi uma Alcione atrás da outra, juro.

Escrito por Marcelo Katsuki às 00h22

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100 Maneiras, Lisboa

E lá fui eu mancando para o Bairro Alto em Lisboa atrás do bistrô 100 Maneiras do chef Ljubomir Stanisic. Parece ser um restaurante da moda. No nosso menu, apenas finger food. Não sei se é uma tendência da gastronomia portuguesa, mas achei tudo com pouquíssimo sal. Saudável?

Jantei com a elétrica Joana (que me chamou para ir ao show da Lady Gaga hoje, OMG!), a Deise Novakoski (do Eça, Rio) que faz a gente rir até engasgar, a Sandra Moreya (Rede Globo) que dispensa apresentações e a Andréa Fantoni, nossa super assessora. Ah, a Sandra tem um blog e já fui fuçar: Artes da Mesa. Clica!

Nossa dúvida: mini cabaças ou cerâmicas japonesas? NDA: apenas trouxinhas recheadas com carne bem desfiada sobre um molho semelhante a um 'aioli'.

'Caçarolinha' de arroz com cogumelos e camarões. Gostoso!

A sobremesa: um cheesecake desconstruído. Ou uma verrine de cheesecake? Na dúvida, comi. Saborosas frutas vermelhas sob creme de queijo e crumble. Nem me lembro como desci a ladeira...

Escrito por Marcelo Katsuki às 23h20

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Wines of Portugal International Conference

Depois de alguns dias sem net, bora botar esse blog para funcionar! Estou em Portugal, a convite da ViniPortugal, para participar da primeiríssima Wines of Portugal International Conference (WoPIC). Três dias de debates e degustações onde a uva Touriga Nacional dominar as pautas.

Fomos recebidos na sede da ViniPortugal, em Lisboa, por seu presidente, sr. Francisco Borba, que falou sobre as ações que a instituição tem promovido e que devem seguir pelo ano de 2011. Contou que a Angola é o maior mercado de importação do vinho português enquanto o Brasil é o 8º, mas cujo potencial deverá ser ainda mais explorado. Aliás, estamos compartilhando ônibus e hotéis com os angolanos e vou te contar: que povo mais animado! Socorro!

A enóloga Marta Galamba apresentou um breve panorama das regiões de Portugal e seus vinhos. Dão, Bairrada, Alentejo, Península de Setúbal entre outras, além do Douro, para onde partiríamos na sequência.

E o suspiro do espumante, gente?

Aproveitei para dar um rápido passeio pela rua Augusta e comer castanhas assadas. Adoro, mas é um fumacê! Parece que tá pegando fogo no carrinho. Churrasquinho de gato perde, rs.

Não dá para resistir, né?

E esses pastéis de nata?

Gostei do contraste, carrossel sempre me inspira. E decoração de Natal de bom gosto é coisa rara, né? Apertei o passo e corri pro jantar no 100 Maneiras!

Escrito por Marcelo Katsuki às 22h59

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Torto no Porto

Andei sumido, mas tô aqui pelo Porto tomando uns 'vintage', rs. Agora que consegui internet, prometo atualizar o blog. Té já!

Escrito por Marcelo Katsuki às 17h10

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Cozinha amazônica e do cerrado

Pra quem é fã da cozinha do chef Thiago Castanho (Remanso do Peixe, Belém/PA) taí a oportunidade de matar a saudade de sua comida. De 7 a 9 de dezembro, os chefs Felipe Ribenboim e Gabriel Broide, do Dois | Cozinha Contemporânea, apresentam um menu de sete tempos (apenas no jantar) com pratos como gaspacho de ostra; caranguejo com farofa de aviú; costelinha de tambaqui grelhada; rabo de boi com tucupi e doce de cupuaçu fresco e tuilles de tapioca com aroeira. O preço por pessoa é R$ 145, com acréscimo de mais R$ 75 para vinhos harmonizados. Rua Antonio Bicudo, 116 - Tel. 0/xx/11/2533-5028.

 

Já pra quem tem saudade da 'comfort food' e simpatia do chef Volmar Zocche, que agora comanda a cozinha do Troia, em Goiânia, saiba que ele está na cidade para um festival de cozinha do cerrado. Começa amanhã, sábado e vai até o dia 11 no restaurante Na Cozinha, do chef Carlos Ribeiro. O menu tem Cesta de pães e saladinha cítrica de jiló (R$ 11), Cupim do cerrado com vinagrete de guariroba e farofa de frutas (R$ 43), Galinha caipira com quiabo, pequi e arroz vermelho (R$ 43) e Risoto do cerrado com frango, bisteca, linguiça, pequi, ervilhas e açafrão ($ 43). De sobremesa, Fantasia do Cerrado: buriti em compota, doce de leite e queijos do Centro-Oeste. Rua Haddock Lobo, 955, Jardins - Reservas 0/xx/11/3063-5374. Até o dia 11, apenas no jantar.

Escrito por Marcelo Katsuki às 11h09

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Marcelo Katsuki Marcelo Katsuki é editor de arte de Mídias Digitais da Folha, colaborador da revista sãopaulo e colunista da "Prazeres da Mesa".

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